I. Colonização – Crescimento e multiplicação de um microorganismo em superfícies epiteliais do hospedeiro, sem expressão clínica ou imunológica. II. Infecção Comunitária – Constatada na admissão porém, relacionada com a internação anterior do paciente no mesmo hospital. III. Infecção Metastática – é a expansão do agente etiológico para novos sítios de infecção. IV. Disseminador – Indivíduo que alberga um microorganismo específico, sem apresentar quadro cl...
É correto afirmar sobre o tratamento do choque anafilático:
I. São mínimas as evidências que sustentam o uso de anti-histamínicos H2 no contexto de emergência alérgica. Em adultos, sua administração, em conjunto com anti-histamínicos H1, determina bloqueio H1 mais eficaz e resolução mais rápida da urticária. Não existem, entretanto, diferenças em relação ao controle da...
I. Colonização – Crescimento e multiplicação de um microorganismo em superfícies epiteliais do hospedeiro, sem expressão clínica ou imunológica. II. Infecção Comunitária – Constatada na admissão porém, relacionada com a internação anterior do paciente no mesmo hospital. III. Infecção Metastática – é a expansão do agente etiológico para novos sítios de infecção. IV. Disseminador – Indivíduo que alberga um microorganismo específico, sem apresentar quadro cl...
Um paciente de 40 anos de idade é vítima de acidente automobilístico, sofrendo politrauma grave. É levado pelo serviço de ambulância da região e, na chegada, a via aérea está aparentemente obstruída por sangue e dentes fraturados. O paciente está tossindo e não conversa, e tem respiração assimétrica e ferimento perfurante no hemitórax à direita, em que o murmúrio está abolido. Verificam-se FR = 30 irpm, SatO2 = 89% com O2 óculos nasal a 3l/min, extremidades frias, com tempo de enchimento capilar lentificado, PA = 80 mmHg x 40 mmHg, FC = 125 bpm, quadril estável e sem evidência de fraturas. Com Glasgow 6, o paciente aparenta pupilas isocóricas e fotorreagentes, diversas escoriações por todo o corpo, fratura exposta na perna à direita e sinais de fratura de ...
Um paciente de 40 anos de idade é vítima de acidente automobilístico, sofrendo politrauma grave. É levado pelo serviço de ambulância da região e, na chegada, a via aérea está aparentemente obstruída por sangue e dentes fraturados. O paciente está tossindo e não conversa, e tem respiração assimétrica e ferimento perfurante no hemitórax à direita, em que o murmúrio está abolido. Verificam-se FR = 30 irpm, SatO2 = 89% com O2 óculos nasal a 3l/min, extremidades frias, com tempo de enchimento capilar lentificado, PA = 80 mmHg x 40 mmHg, FC = 125 bpm, quadril estável e sem evidência de fraturas. Com Glasgow 6, o paciente aparenta pupilas isocóricas e fotorreagentes, diversas escoriações por todo o corpo, fratura exposta na perna à direita e sinais de fratura de ...