I. Colonização – Crescimento e multiplicação de um microorganismo em superfícies epiteliais do hospedeiro, sem expressão clínica ou imunológica. II. Infecção Comunitária – Constatada na admissão porém, relacionada com a internação anterior do paciente no mesmo hospital. III. Infecção Metastática – é a expansão do agente etiológico para novos sítios de infecção. IV. Disseminador – Indivíduo que alberga um microorganismo específico, sem apresentar quadro cl...
É correto afirmar sobre o tratamento do choque anafilático:
I. São mínimas as evidências que sustentam o uso de anti-histamínicos H2 no contexto de emergência alérgica. Em adultos, sua administração, em conjunto com anti-histamínicos H1, determina bloqueio H1 mais eficaz e resolução mais rápida da urticária. Não existem, entretanto, diferenças em relação ao controle da...
I. Colonização – Crescimento e multiplicação de um microorganismo em superfícies epiteliais do hospedeiro, sem expressão clínica ou imunológica. II. Infecção Comunitária – Constatada na admissão porém, relacionada com a internação anterior do paciente no mesmo hospital. III. Infecção Metastática – é a expansão do agente etiológico para novos sítios de infecção. IV. Disseminador – Indivíduo que alberga um microorganismo específico, sem apresentar quadro cl...
Um paciente de 45 anos de idade, vítima de TCE grave, há uma semana encontra-se internado na unidade de terapia intensiva, sendo solicitado avaliação neurológica pelo fato de o paciente ter sido extubado há cinco dias e permanecer comatoso. Encontrava-se sem uso de sedação há cinco dias. Tomografia computadorizada do crânio, realizada na admissão, apresentou diversas contusões hemorrágicas frontais e troncoencefálicas, mas sem sinais de herniação. Exame controle realizado há 24 horas mostrou lesões em reabsorção. Ao exame neurológico, verificaram-se ECG = 3 pontos; pupilas puntiformes; padrão respiratório com hiperventilação rápida e sustentada; presença de desvio skew; AC = RC2T com BNF; e AP = MVF sem RA.
Um paciente de 45 anos de idade, vítima de TCE grave, há uma semana encontra-se internado na unidade de terapia intensiva, sendo solicitado avaliação neurológica pelo fato de o paciente ter sido extubado há cinco dias e permanecer comatoso. Encontrava-se sem uso de sedação há cinco dias. Tomografia computadorizada do crânio, realizada na admissão, apresentou diversas contusões hemorrágicas frontais e troncoencefálicas, mas sem sinais de herniação. Exame controle realizado há 24 horas mostrou lesões em reabsorção. Ao exame neurológico, verificaram-se ECG = 3 pontos; pupilas puntiformes; padrão respiratório com hiperventilação rápida e sustentada; presença de desvio skew; AC = RC2T com BNF; e AP = MVF sem RA.