91
Q885654
Considere uma paciente com quadro de dor pélvica de início há três dias, associado a febre de 39 °C, dispareunia e secreção esbranquiçada sem odor. Ao exame físico, ela apresentou-se em BEG/REG; corada; hidratada; anictérica; acianótica; febril (39 ºC); RCR a 2T; BNF, sem sopros; FC = 121 bpm; PA = 90 mmHg x 60 mmHg; MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios; eupneica; FR = 18 irpm; e SatO2 = 97%. Demonstrou abdome doloroso à palpação em fossa ilíaca direita; descompressão brusca positiva com defesa positiva; especular secreção esbranquiçada em fundo de saco posterior sem odor; colo sem alterações; toque doloroso à mobilização uterina, com massa palpável em anexo direito. Realizou-se ultrassonografia que evidenciou massa anexial direita de 5 cm, com pequena quantidade de líquido l...
92
Q885653
Considere uma paciente com quadro de dor pélvica de início há três dias, associado a febre de 39 °C, dispareunia e secreção esbranquiçada sem odor. Ao exame físico, ela apresentou-se em BEG/REG; corada; hidratada; anictérica; acianótica; febril (39 ºC); RCR a 2T; BNF, sem sopros; FC = 121 bpm; PA = 90 mmHg x 60 mmHg; MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios; eupneica; FR = 18 irpm; e SatO2 = 97%. Demonstrou abdome doloroso à palpação em fossa ilíaca direita; descompressão brusca positiva com defesa positiva; especular secreção esbranquiçada em fundo de saco posterior sem odor; colo sem alterações; toque doloroso à mobilização uterina, com massa palpável em anexo direito. Realizou-se ultrassonografia que evidenciou massa anexial direita de 5 cm, com pequena quantidade de líquido l...
93
Q885652
Considere uma paciente com quadro de dor pélvica de início há três dias, associado a febre de 39 °C, dispareunia e secreção esbranquiçada sem odor. Ao exame físico, ela apresentou-se em BEG/REG; corada; hidratada; anictérica; acianótica; febril (39 ºC); RCR a 2T; BNF, sem sopros; FC = 121 bpm; PA = 90 mmHg x 60 mmHg; MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios; eupneica; FR = 18 irpm; e SatO2 = 97%. Demonstrou abdome doloroso à palpação em fossa ilíaca direita; descompressão brusca positiva com defesa positiva; especular secreção esbranquiçada em fundo de saco posterior sem odor; colo sem alterações; toque doloroso à mobilização uterina, com massa palpável em anexo direito. Realizou-se ultrassonografia que evidenciou massa anexial direita de 5 cm, com pequena quantidade de líquido l...
94
Q885651
Considere uma paciente com quadro de dor pélvica de início há três dias, associado a febre de 39 °C, dispareunia e secreção esbranquiçada sem odor. Ao exame físico, ela apresentou-se em BEG/REG; corada; hidratada; anictérica; acianótica; febril (39 ºC); RCR a 2T; BNF, sem sopros; FC = 121 bpm; PA = 90 mmHg x 60 mmHg; MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios; eupneica; FR = 18 irpm; e SatO2 = 97%. Demonstrou abdome doloroso à palpação em fossa ilíaca direita; descompressão brusca positiva com defesa positiva; especular secreção esbranquiçada em fundo de saco posterior sem odor; colo sem alterações; toque doloroso à mobilização uterina, com massa palpável em anexo direito. Realizou-se ultrassonografia que evidenciou massa anexial direita de 5 cm, com pequena quantidade de líquido l...
95
Q885650
Considere uma paciente com quadro de dor pélvica de início há três dias, associado a febre de 39 °C, dispareunia e secreção esbranquiçada sem odor. Ao exame físico, ela apresentou-se em BEG/REG; corada; hidratada; anictérica; acianótica; febril (39 ºC); RCR a 2T; BNF, sem sopros; FC = 121 bpm; PA = 90 mmHg x 60 mmHg; MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios; eupneica; FR = 18 irpm; e SatO2 = 97%. Demonstrou abdome doloroso à palpação em fossa ilíaca direita; descompressão brusca positiva com defesa positiva; especular secreção esbranquiçada em fundo de saco posterior sem odor; colo sem alterações; toque doloroso à mobilização uterina, com massa palpável em anexo direito. Realizou-se ultrassonografia que evidenciou massa anexial direita de 5 cm, com pequena quantidade de líquido l...
96
Q885646
Certa paciente de 54 anos de idade apresentava queixa de inversão mamilar há dois meses, quando procurou um ginecologista. Realizou exame clínico no qual se observou retração mamilar em quadrante superolateral esquerdo, sem nodulações palpáveis. Fez mamografia com microcalcificações pleomórficas agrupadas em quadrante superolateral esquerdo (BIRADS 4). Executou-se, então, uma cirurgia conservadora, e a peça foi submetida a análise imuno-histoquímica. Verificaram-se receptor progesterona positivo, CERB2 negativo e receptor de estrogênio positivo com Ki67 70%.
Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Na ultrassonografia m...
97
Q885645
Certa paciente de 54 anos de idade apresentava queixa de inversão mamilar há dois meses, quando procurou um ginecologista. Realizou exame clínico no qual se observou retração mamilar em quadrante superolateral esquerdo, sem nodulações palpáveis. Fez mamografia com microcalcificações pleomórficas agrupadas em quadrante superolateral esquerdo (BIRADS 4). Executou-se, então, uma cirurgia conservadora, e a peça foi submetida a análise imuno-histoquímica. Verificaram-se receptor progesterona positivo, CERB2 negativo e receptor de estrogênio positivo com Ki67 70%.
Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
A presença de massa ...
98
Q885384
Uma paciente de 45 anos de idade agendada para uma consulta no consultório de clínica médica do hospital universitário, para iniciar o rastreamento de câncer de mama. Ela informa que tem hábitos saudáveis ??de vida e nega tabagismo, etilismo, comorbidades, bem como uso de medicamentos de uso contínuo. Relata que realiza o autoexame das mamas e nunca notou nenhuma alteração. Nunca fez uma mamografia e tem medo de realizar por causa da exposição à radiação e que isso pode trazer consequênciaszos. Quanto à história familiar, sua mãe teve câncer de ovários aos 70 anos de idade. O exame clínico das mamas mostra-se normal. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
Essa paciente deveria ter iniciado o rastreamento para câncer de mama desde s...
Essa paciente deveria ter iniciado o rastreamento para câncer de mama desde s...
99
Q885383
Uma paciente de 45 anos de idade agendada para uma consulta no consultório de clínica médica do hospital universitário, para iniciar o rastreamento de câncer de mama. Ela informa que tem hábitos saudáveis ??de vida e nega tabagismo, etilismo, comorbidades, bem como uso de medicamentos de uso contínuo. Relata que realiza o autoexame das mamas e nunca notou nenhuma alteração. Nunca fez uma mamografia e tem medo de realizar por causa da exposição à radiação e que isso pode trazer consequênciaszos. Quanto à história familiar, sua mãe teve câncer de ovários aos 70 anos de idade. O exame clínico das mamas mostra-se normal. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
É correto afirmar que existe um consenso geral, entre a grande maioria das di...
É correto afirmar que existe um consenso geral, entre a grande maioria das di...
100
Q885382
Uma paciente de 45 anos de idade agendada para uma consulta no consultório de clínica médica do hospital universitário, para iniciar o rastreamento de câncer de mama. Ela informa que tem hábitos saudáveis ??de vida e nega tabagismo, etilismo, comorbidades, bem como uso de medicamentos de uso contínuo. Relata que realiza o autoexame das mamas e nunca notou nenhuma alteração. Nunca fez uma mamografia e tem medo de realizar por causa da exposição à radiação e que isso pode trazer consequênciaszos. Quanto à história familiar, sua mãe teve câncer de ovários aos 70 anos de idade. O exame clínico das mamas mostra-se normal. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue o item a seguir.
A paciente do caso clínico deve ser submetida ao cálculo de risco para desenv...
A paciente do caso clínico deve ser submetida ao cálculo de risco para desenv...