Medicina
Ano: 2013
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

As hepatites virais ainda acometem grande parte da população mundial, a despeito de vacinas e de orientações de medidas preventivas. Cabe ao hepatologista diagnosticar, indicar, ou não, o tratamento e observar atentamente o vírus e o hospedeiro durante todo o seguimento clínico. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.

A superinfecção por vírus da hepatite A em pacientes portadores de hepatite crônica B não leva a lesões hepáticas graves e não envolve risco à saúde do indivíduo.

Medicina
Ano: 2013
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

As hepatites virais ainda acometem grande parte da população mundial, a despeito de vacinas e de orientações de medidas preventivas. Cabe ao hepatologista diagnosticar, indicar, ou não, o tratamento e observar atentamente o vírus e o hospedeiro durante todo o seguimento clínico. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.

O portador inativo do vírus de hepatite B é caracterizado como perfil sorológico AgHBe positivo, transaminases normais, carga viral B elevada e histologia hepática de fígado reacional.

Medicina
Ano: 2013
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

As hepatites virais ainda acometem grande parte da população mundial, a despeito de vacinas e de orientações de medidas preventivas. Cabe ao hepatologista diagnosticar, indicar, ou não, o tratamento e observar atentamente o vírus e o hospedeiro durante todo o seguimento clínico. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.

A maioria dos pacientes infectados agudamente pelo vírus C evoluirá para hepatite crônica, sendo que cerca de 20% deles desenvolverão cirrose hepática.

Medicina
Ano: 2013
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

As hepatites virais ainda acometem grande parte da população mundial, a despeito de vacinas e de orientações de medidas preventivas. Cabe ao hepatologista diagnosticar, indicar, ou não, o tratamento e observar atentamente o vírus e o hospedeiro durante todo o seguimento clínico. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.

A genotipagem do vírus da hepatite B tem importância epidemiológica e é pouco usada na prática clínica, enquanto a genotipagem do vírus da hepatite C é obrigatória para determinar tratamento e perspectivas de resposta e cura terapêutica.