
Uma paciente de sessenta e seis anos de idade com antecedentes de hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia compareceu ao atendimento médico apresentando epigastralgia em queimação, de forte intensidade, sem irradiação e sem alívio com ranitidina havia uma hora. Ela estava hemodinamicamente normal e o exame físico não revelou alterações significativas. A dosagem das enzimas cardíacas (CK-MB massa e troponina) foi normal na admissão.
Tendo como referência esse caso clínico e o eletrocardiograma precedente (com calibração normal), julgue os seguintes itens.
O diagnóstico, no caso apresentado, é de infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST da ...
Uma paciente de sessenta e seis anos de idade com antecedentes de hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia compareceu ao atendimento médico apresentando epigastralgia em queimação, de forte intensidade, sem irradiação e sem alívio com ranitidina havia uma hora. Ela estava hemodinamicamente normal e o exame físico não revelou alterações significativas. A dosagem das enzimas cardíacas (CK-MB massa e troponina) foi normal na admissão.
Tendo como referência esse caso clínico e o eletrocardiograma precedente (com calibração normal), julgue os seguintes itens.
Recomenda-se a intervenção coronária percutânea com vistas à redução da mortalidade.Um paciente de setenta e seis anos de idade, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) severa, foi atendido na emergência devido a piora da dispneia e aumento da tosse produtiva havia dois dias. Nos últimos três meses, ele havia sido internado devido à DPOC descompensada em duas ocasiões. Ao exame físico, encontrava-se afebril, acianótico, com frequência cardíaca de 112 bpm, frequência respiratória de 31 irpm, saturação de oxigênio em ar ambiente de 87% e pressão arterial de 98 mmHg × 64 mmHg. A ausculta pulmonar revelou estertores crepitantes em bases e roncos esparsos. O restante do exame físico não revelou alterações significativas. Após três nebulizações com salbutamol e ipatrópio, sua frequência respiratória era de 27 irpm e a saturação de oxigênio em ar ambiente de 89%...
Um paciente de setenta e seis anos de idade, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) severa, foi atendido na emergência devido a piora da dispneia e aumento da tosse produtiva havia dois dias. Nos últimos três meses, ele havia sido internado devido à DPOC descompensada em duas ocasiões. Ao exame físico, encontrava-se afebril, acianótico, com frequência cardíaca de 112 bpm, frequência respiratória de 31 irpm, saturação de oxigênio em ar ambiente de 87% e pressão arterial de 98 mmHg × 64 mmHg. A ausculta pulmonar revelou estertores crepitantes em bases e roncos esparsos. O restante do exame físico não revelou alterações significativas. Após três nebulizações com salbutamol e ipatrópio, sua frequência respiratória era de 27 irpm e a saturação de oxigênio em ar ambiente de 89%...
Uma paciente assintomática de quarenta e quatro anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica havia um ano, procurou o ambulatório para o exame periódico. Ela praticava atividade física regularmente, não tinha vícios, comorbidades ou histórico familiar de doença aterosclerótica e estava em uso regular de clortalidona 12,5 mg ao dia. Ao exame físico, apresentava peso de 55 kg; altura de 1,62 m; circunferência abdominal de 76 cm; pressão arterial de 132 mmHg × 82 mmHg (sentada, média de três medidas); frequência cardíaca de 62 bpm e demais sistemas normais. Os exames complementares revelaram colesterol total = 212 mg/dL; HDL-C = 64 mg/dL; LDL-C = 119 mg/dL; triglicérides = 145 mg/dL e glicemia de jejum = 92 mg/dL. O eletrocardiograma e os demais exames complementares fo...
Uma paciente assintomática de quarenta e quatro anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica havia um ano, procurou o ambulatório para o exame periódico. Ela praticava atividade física regularmente, não tinha vícios, comorbidades ou histórico familiar de doença aterosclerótica e estava em uso regular de clortalidona 12,5 mg ao dia. Ao exame físico, apresentava peso de 55 kg; altura de 1,62 m; circunferência abdominal de 76 cm; pressão arterial de 132 mmHg × 82 mmHg (sentada, média de três medidas); frequência cardíaca de 62 bpm e demais sistemas normais. Os exames complementares revelaram colesterol total = 212 mg/dL; HDL-C = 64 mg/dL; LDL-C = 119 mg/dL; triglicérides = 145 mg/dL e glicemia de jejum = 92 mg/dL. O eletrocardiograma e os demais exames complementares fo...
Uma paciente assintomática de quarenta e quatro anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica havia um ano, procurou o ambulatório para o exame periódico. Ela praticava atividade física regularmente, não tinha vícios, comorbidades ou histórico familiar de doença aterosclerótica e estava em uso regular de clortalidona 12,5 mg ao dia. Ao exame físico, apresentava peso de 55 kg; altura de 1,62 m; circunferência abdominal de 76 cm; pressão arterial de 132 mmHg × 82 mmHg (sentada, média de três medidas); frequência cardíaca de 62 bpm e demais sistemas normais. Os exames complementares revelaram colesterol total = 212 mg/dL; HDL-C = 64 mg/dL; LDL-C = 119 mg/dL; triglicérides = 145 mg/dL e glicemia de jejum = 92 mg/dL. O eletrocardiograma e os demais exames complementares fo...