I. A água contaminada, principalmente nos países em desenvolvimento, costuma servir como uma fonte de bactérias. A H.pylori consegue permanecer viável na água por vários dias. II. A grande maioria dos pacientes contaminados pela H.pylori não apresenta nenhum tipo de sintoma ou complicação. Há cepas da bactéria mais agressivas e há cepas...
I. A água contaminada, principalmente nos países em desenvolvimento, costuma servir como uma fonte de bactérias. A H.pylori consegue permanecer viável na água por vários dias. II. A grande maioria dos pacientes contaminados pela H.pylori não apresenta nenhum tipo de sintoma ou complicação. Há cepas da bactéria mais agressivas e há cepas...
É correto afirmar sobre a etiologia da HDA: I. Doença Ulcerosa Péptica: São lesões que ultrapassam a muscular da mucosa e tem diâmetro ≥ 0,5 cm. A hipercloridia sem o devido tratamento e com a exposição continuada a AINES, estresse e infecção por pylori, são os principais fatores associados a HDA nesses pacientes. A úlcera pode ser gástrica ou duodenal, sendo que o surgimento da gástrica está mais associado com o uso abusivo de AINES, ao passo que, a duodenal, com a infecção por...
Uma paciente de trinta e dois anos de idade, gestante no primeiro trimestre, foi internada no setor de emergência de um hospital geral com vômitos seguidos de hematêmese volumosa com melena havia dez horas. Ao exame clínico, constatou-se que ela estava hipocorada, anictérica, acianótica, taquipneica, com pressão arterial de 90 mmHg × 70 mmHg e frequência cardíaca de 125 bpm. Constatou-se, ainda, traube ocupado e discreta esplenomegalia, e os exames laboratoriais apontaram para plaquetopenia de 70 mil plaquetas. Não havia ascite, icterícia, encefalopatia e a paciente tinha massa muscular preservada. A paciente informou que já tinha tido mais de um episódio de sangramento, o que, segundo a equipe médica que a havia atendido, sugeria o diagnóstico de esquistossomose.
Co...
Uma paciente de trinta e dois anos de idade, gestante no primeiro trimestre, foi internada no setor de emergência de um hospital geral com vômitos seguidos de hematêmese volumosa com melena havia dez horas. Ao exame clínico, constatou-se que ela estava hipocorada, anictérica, acianótica, taquipneica, com pressão arterial de 90 mmHg × 70 mmHg e frequência cardíaca de 125 bpm. Constatou-se, ainda, traube ocupado e discreta esplenomegalia, e os exames laboratoriais apontaram para plaquetopenia de 70 mil plaquetas. Não havia ascite, icterícia, encefalopatia e a paciente tinha massa muscular preservada. A paciente informou que já tinha tido mais de um episódio de sangramento, o que, segundo a equipe médica que a havia atendido, sugeria o diagnóstico de esquistossomose.
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Uma paciente de trinta e dois anos de idade, gestante no primeiro trimestre, foi internada no setor de emergência de um hospital geral com vômitos seguidos de hematêmese volumosa com melena havia dez horas. Ao exame clínico, constatou-se que ela estava hipocorada, anictérica, acianótica, taquipneica, com pressão arterial de 90 mmHg × 70 mmHg e frequência cardíaca de 125 bpm. Constatou-se, ainda, traube ocupado e discreta esplenomegalia, e os exames laboratoriais apontaram para plaquetopenia de 70 mil plaquetas. Não havia ascite, icterícia, encefalopatia e a paciente tinha massa muscular preservada. A paciente informou que já tinha tido mais de um episódio de sangramento, o que, segundo a equipe médica que a havia atendido, sugeria o diagnóstico de esquistossomose.
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Uma paciente de trinta e dois anos de idade, gestante no primeiro trimestre, foi internada no setor de emergência de um hospital geral com vômitos seguidos de hematêmese volumosa com melena havia dez horas. Ao exame clínico, constatou-se que ela estava hipocorada, anictérica, acianótica, taquipneica, com pressão arterial de 90 mmHg × 70 mmHg e frequência cardíaca de 125 bpm. Constatou-se, ainda, traube ocupado e discreta esplenomegalia, e os exames laboratoriais apontaram para plaquetopenia de 70 mil plaquetas. Não havia ascite, icterícia, encefalopatia e a paciente tinha massa muscular preservada. A paciente informou que já tinha tido mais de um episódio de sangramento, o que, segundo a equipe médica que a havia atendido, sugeria o diagnóstico de esquistossomose.
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Uma paciente de trinta e dois anos de idade, gestante no primeiro trimestre, foi internada no setor de emergência de um hospital geral com vômitos seguidos de hematêmese volumosa com melena havia dez horas. Ao exame clínico, constatou-se que ela estava hipocorada, anictérica, acianótica, taquipneica, com pressão arterial de 90 mmHg × 70 mmHg e frequência cardíaca de 125 bpm. Constatou-se, ainda, traube ocupado e discreta esplenomegalia, e os exames laboratoriais apontaram para plaquetopenia de 70 mil plaquetas. Não havia ascite, icterícia, encefalopatia e a paciente tinha massa muscular preservada. A paciente informou que já tinha tido mais de um episódio de sangramento, o que, segundo a equipe médica que a havia atendido, sugeria o diagnóstico de esquistossomose.
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Uma paciente de trinta e dois anos de idade, gestante no primeiro trimestre, foi internada no setor de emergência de um hospital geral com vômitos seguidos de hematêmese volumosa com melena havia dez horas. Ao exame clínico, constatou-se que ela estava hipocorada, anictérica, acianótica, taquipneica, com pressão arterial de 90 mmHg × 70 mmHg e frequência cardíaca de 125 bpm. Constatou-se, ainda, traube ocupado e discreta esplenomegalia, e os exames laboratoriais apontaram para plaquetopenia de 70 mil plaquetas. Não havia ascite, icterícia, encefalopatia e a paciente tinha massa muscular preservada. A paciente informou que já tinha tido mais de um episódio de sangramento, o que, segundo a equipe médica que a havia atendido, sugeria o diagnóstico de esquistossomose.
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Um paciente com trinta e cinco anos de idade compareceu ao ambulatório hospitalar com quadro clínico de disfagia para sólidos associada a odinofagia havia trinta dias. O exame endoscópico revelou placas brancas no esôfago, que se descolavam com discreto sangramento, mas que recobriam dois terços da mucosa. Essa confluência revertia a insuflação, sem estenoses.
Considerando o caso clínico precedente, julgue os itens subsecutivos.
Trata-se de esofagite grave por cândida, grau 4 de Wilcox.Um paciente com trinta e cinco anos de idade compareceu ao ambulatório hospitalar com quadro clínico de disfagia para sólidos associada a odinofagia havia trinta dias. O exame endoscópico revelou placas brancas no esôfago, que se descolavam com discreto sangramento, mas que recobriam dois terços da mucosa. Essa confluência revertia a insuflação, sem estenoses.
Considerando o caso clínico precedente, julgue os itens subsecutivos.
A droga mais indicada para o tratamento desse paciente é a nistatina.