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Q1133043
Em um paciente vítima de Traumatismo Cranioencefálico grave que apresenta abertura ocular ao estímulo doloroso, resposta verbal ausente, postura de extensão anormal ao estímulo doloroso e midríase arreativa unilateral, qual é a classificação na escala Glasgow-P?
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Q1131006
Analise a Figura 1 abaixo:
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Q1128124
Paciente do sexo masculino, 32 anos, é trazido ao serviço de emergência psiquiátrica manifestando quadro de início súbito (aproximadamente 6 horas) caracterizado por agitação psicomotora intensa, desorganização comportamental, alterações sensoperceptivas e discurso desconexo. Acompanhante refere que o paciente se apresentava previamente sem alterações do humor ou comportamento, quando iniciou consumo de substância estimulante de natureza indeterminada em contexto recreativo. Parâmetros vitais evidenciam: PA 165/100mmHg, FC 125bpm, temperatura axilar 37.8°C, pupilas midriáticas e hiperreflexia generalizada.
Considerando essa apresentação clínica, a neurobiologia das intoxicações agudas e os protocolos contemporâneos de manejo em emergências psiquiátricas, a abordagem terapêu...
Considerando essa apresentação clínica, a neurobiologia das intoxicações agudas e os protocolos contemporâneos de manejo em emergências psiquiátricas, a abordagem terapêu...
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Q1126290
Após um acidente automobilístico, uma mulher de 30 anos é diagnosticada com uma fratura pélvica posterior. Hipotensão e taquicardia respondem marginalmente à reposição de cristaloides (volume). Uma vez que é evidente que seu maior problema é sangramento intraperitoneal livre e um hematoma pélvico em associação com a fratura, o tratamento mais apropriado é
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Q1126287
Em relação a lesões penetrantes de tórax, os pacientes devem ser submetidos a toracotomia quando há
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Q1126282
Homem de 18 anos é levado ao pronto-socorro após se envolver em um acidente automobilístico. Exame físico à chegada: escala de coma de Glasgow: 7 pontos; pulso filiforme com frequência cardíaca de 140 bpm; pressão arterial (PA): 60 × 10 mmHg; a respiração é rápida e superficial com ausculta pulmonar sem alterações; o abdome está moderadamente distendido, sem peristaltismo audível; há fraturas fechadas no antebraço direito e na perna esquerda. Após administração intravenosa rápida de 2 L de ringer lactato, a frequência cardíaca é 130 bpm e a PA de 70 × 20 mmHg. O próximo passo imediato correto é
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Q1126281
Mulher de 40 anos é admitida na unidade de queimados após um incêndio industrial em espaço fechado de uma fábrica de plásticos, com queimaduras no rosto e nos braços. O eletrocardiograma mostra elevação de segmento ST, e os exames arteriais mostram uma gasometria com acidose metabólica com aumento do hiato aniônico e carboxi-hemoglobina normal. Nesse momento, o próximo passo mais apropriado é
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Q1126280
Homem de 29 anos chega ao pronto-socorro após colisão frontal com automóvel de alta velocidade. Escala de coma de Glasgow: 4 pontos. Ele está com colar cervical colocado pelo serviço pré-hospitalar. A intubação orotraqueal é realizada e a tomografia demonstra uma grande hemorragia subdural e hemorragia puntiforme difusa, sem evidência de lesão da coluna cervical. Nessa circunstância, em relação ao manejo do colar cervical (CC), a melhor recomendação é
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Q1126278
Homem de 21 anos é levado ao pronto-socorro após ser encontrado desacordado em casa. Ele apresentou 2 episódios de crises convulsivas, cedendo espontaneamente. O histórico é notável para transtornos depressivo e de déficit de atenção/hiperatividade. Ao exame inicial: temperatura: 38,3 °C; frequência cardíaca: 188 bpm; frequência respiratória: 10 ipm; pressão arterial: 122 × 72 mmHg; oximetria de pulso com saturação de oxigênio de 98% com máscara de oxigênio. Ele está confuso e sonolento, sem atividade convulsiva aparente. Não há sinais de trauma ou déficit neurológico focal. Há midríase simétrica; pele seca e avermelhada; membranas mucosas secas. O ECG mostra uma taquicardia de QRS largo (frequência de 180/min). Nesse paciente, a próxima melhor conduta é
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Q1124697
Paciente de 58 anos vítima de colisão frontal de auto de forte intensidade, com trauma contra o volante, mesmo com o cinto de segurança. Refere algia na região anterior do tórax. Tomografia de tórax não evidencia nenhuma lesão. Qual a conduta mais adequada frente ao caso?