481 Q933927
Medicina Endocrinologia
Ano: 2023
Banca: Avança SP
A DM por defeitos no gene HNF1B é descrita como: 
482 Q933926
Medicina Endocrinologia
Ano: 2023
Banca: Avança SP
Dos critérios laboratoriais para diagnóstico de normoglicemia pela Sociedade Brasileira de Diabetes, a HbA1c (%) deve ser menor que: 
483 Q933924
Medicina Endocrinologia
Ano: 2023
Banca: Avança SP
Das etiologias clínicas associadas à hipercalemia, analise os excertos:
I – Lesão renal aguda. II – Deficiência de insulina. III – Paralisia periódica hipercalêmica. IV – Hemólise.
Há hipercalemia por shift celular do potássio, nos casos citados em:
484 Q933923
Medicina Endocrinologia
Ano: 2023
Banca: Avança SP
Ocorre pseudo-hipercalemia em casos de:
I - Acidose. II - Ingesta de suplementos proteicos. III - Tubulopatias renais primárias.
Está correto o que se afirma em:
485 Q933922
Medicina Endocrinologia
Ano: 2023
Banca: Avança SP
O Teste de tolerância a insulina (ITT) tem como indicação:
I - avaliação da secreção de GH, cortisol e prolactina estimulada por hipoglicemia. II - avaliação da reserva hipofisária de TSH e PRL e no diagnóstico do hipotireoidismo hipotalâmico. III - avaliação dos distúrbios puberais e na avaliação da reserva hipofisária de LH e FSH.
Está correto o que se afirma em:
486 Q933921
Medicina Endocrinologia
Ano: 2023
Banca: Avança SP
Este teste deve ser o primeiro teste dinâmico a ser realizado para avaliação da secreção de GH em crianças pela sua alta sensibilidade e poucos efeitos colaterais. Trata-se do:
487 Q933920
Medicina Endocrinologia
Ano: 2023
Banca: Avança SP
Considere os excertos, abaixo com relação às doenças de importância em endocrinologia:
I - Na doença de Wilson, o cobre não é eliminado de forma adequada e se acumula, podendo atingir níveis fatais. Os sintomas geralmente começam entre os 12 e os 23 anos de idade. Os sintomas incluem inchaço, fadiga, dor abdominal e movimentos descontrolados ou mal coordenados. II - Porfiria é um grupo de doenças causadas por um acúmulo excessivo de porfirina que ajuda a hemoglobina, a proteína que transporta oxigênio no sangue. Os sintomas variam de acordo com o tipo específico. III - A síndrome de Werner é uma doença autossômica recessiva rara associada a envelhecimento precoce, cujo quadro cutâneo pode simular o espessamento cutâneo característico da esclerose sistêmica (ES).
Está correto o q...
488 Q933838
Medicina Endocrinologia Médico da Família Saúde da Mulher na Atenção Básica
Ano: 2023
Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)
Paciente do sexo feminino, 42 anos de idade, vem apresentando ganho progressivo de peso nos últimos dois anos e, recentemente, foi diagnosticada com hipertensão arterial, fazendo uso atualmente de hidroclorotiaziada 25 mg/dia, enalapril 20 mg duas vezes ao dia e amlodipina 10 mg/dia. Notou também o surgimento de estrias abdominais e reclama de fraqueza muscular e insônia. Não está menstruando por estar em uso de dispositivo intrauterino com progestágeno há um ano. Ao exame físico: IMC = 32 kg/m2 , PA = 150 x 90 mmHg, FC = 80 bpm. Consciente, com face um pouco arredondada, presença de acantosis nigricans, gibosidade cervical e estrias violáceas abdominais. Não apresenta nenhuma outra alteração ao exame físico. Solicitados exames complementares, que revelaram dosagem de cortisol após supres...
489 Q933837
Medicina Endocrinologia
Ano: 2023
Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)
Paciente do sexo feminino, 34 anos de idade, encaminhada ao atendimento médico devido à suspeita de disfunção tireoidiana. Apresenta quadro de oligomenorreia, cansaço, desânimo e perda de energia. Realizou exames de prova de função tireodiana: TSH = 4,2 ?UI/mL (VR = 0,3-5,5), T4 livre = 0,4 ng/ mL (VR= 0,7-1,5). Esses exames foram repetidos após quatro semanas, mantendo o padrão encontrado no anterior. Paciente nega doenças prévias, uso de medicamentos ou polivitamínicos. Ao exame físico: PA = 90 x 60 mmHg, FC = 64 bpm, com palpação da tireoide sem alterações.
Qual é o diagnóstico mais provável?
490 Q933834
Medicina Endocrinologia
Ano: 2023
Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)
Paciente do sexo feminino, 45 anos de idade, procurou atendimento endocrinológico com demanda de perda de peso. É assintomática e nega doenças ou uso de medicamentos. Possui uma irmã com hipotireoidismo. Ao exame físico foi percebido um nódulo tireoidiano de cerca de 2 cm, móvel, indolor e bem delimitado. Foi solicitada ultrassonografia cervical que evidenciou nódulo de 1,8 cm no 1/3 médio do lobo esquerdo da tireoide, sólido, hipoecoico, sem microcalcificações, mais largo do que alto, com fluxo periférico e central ao Doppler. As dosagens dos hormônios tireoidianos foram normais.
Nesse contexto, qual é a classificação desse nódulo quanto ao risco de malignidade?