Um paciente que sofreu trauma abdominal fechado e apresenta, ao estudo radiológico na emergência, imagem aérea no retroperitôneo e criptação por enfisema ao toque retal, sugere:
Paciente de sexo masculino, 28 anos de idade, previamente hígido, sofre trauma abdominal fechado em colisão de automóvel. O paciente é observado por 24 horas, sendo então liberado. Após 10 dias, apresenta fezes enegrecidas, dor em hipocôndrio direito e icterícia. A endoscopia digestiva alta revela gastrite leve de antro, sem sangramento ativo. O duodeno mostra pequena quantidade de sangue diluído na secreção local, não se identificando úlceras de mucosa até segunda porção. O exame com maior probabilidade de elucidar o diagnóstico é:
Paciente vítima de acidente automobilístico chega ao setor de emergência em coma. Apresenta ao exame físico, respiração espontânea, sudorese, hipotensão grave, mucosas hipocoradas (3+/4+), taquicardia, murmúrio vesicular audível universalmente e membros sem anormalidades. O método diagnóstico mais indicado para o caso é:
Uma mulher de 35 anos, anteriormente saudável, queixase de dificuldade de engolir líquidos e regurgitação ocasional. Pesquisas manométricas mostram um aumento na pressão no corpo do esôfago. O diagnóstico mais provável é:
A causa mais comum de hemorragia maciça no trato gastrointestinal baixo é:
Após ressecção maciça do intestino delgado o corpo compensa pelo:
Na maioria dos casos o colangiocarcinoma é:
A absorção de gorduras ocorre primeiramente no:
O diagnóstico de choque deve incluir:
A LPD (lavagem peritoneal diagnostica) é contraindicação absoluta em caso de: