281
Q691587
No que se refere às implicações da anatomia da parede abdominal para o acesso à cavidade peritoneal e para a correção das hérnias da parede abdominal, julgue os itens seguintes. A técnica de Lichtenstein pode ser utilizada para a correção da hérnia inguinal e femoral após a aproximação do tendão conjunto ao ligamento inguinal, com a finalidade de organizar a parede posterior para melhor acomodação da tela.
282
Q691586
No que se refere às implicações da anatomia da parede abdominal para o acesso à cavidade peritoneal e para a correção das hérnias da parede abdominal, julgue os itens seguintes. A técnica com interposição peritônio-aponeurótica preconizada por Alcino Lázaro pode ser aplicada para hérnias incisionais da linha mediana e das paramedianas, bastando que haja um saco herniário para uso no reparo.
283
Q691585
No que se refere ao diagnóstico etiológico para adequada conduta nas emergências abdominais não traumáticas, julgue os itens a seguir. O diagnóstico de colecistite é conclusivo em caso de dor em quadrante superior direito, ultrassonografia bem detalhada evidenciando cálculo impactado no infundíbulo, dor local à compressão com o transdutor (sinal de Murphy ecográfico), espessamento parietal, líquido pericolecístico e aumento do diâmetro da vesícula.
284
Q691584
No que se refere ao diagnóstico etiológico para adequada conduta nas emergências abdominais não traumáticas, julgue os itens a seguir. Dor em quadrante inferior esquerdo em um adulto pode indicar diverticulite, devendo o paciente ser submetido a tratamento operatório por laparotomia ou laparoscopia, por apresentar, conforme a classificação de Hinchey II, abscesso intra ou retroperitoneal.
285
Q691583
No que se refere ao diagnóstico etiológico para adequada conduta nas emergências abdominais não traumáticas, julgue os itens a seguir. Conforme a classificação de Hinchey III, o paciente adulto com diverticulite apresenta abscesso intra ou retroperitoneal e deve ser submetido à drenagem guiada por ultrassonografia ou tomografia computadorizada.
286
Q691582
No que se refere ao diagnóstico etiológico para adequada conduta nas emergências abdominais não traumáticas, julgue os itens a seguir. Embora a rotina radiológica para abdome agudo esteja em desuso devido à disponibilidade da tomografia computadorizada (TC) ou até mesmo da ultrassonografia (USG), essa rotina pode ser útil em casos específicos, como para a exclusão de pneumoperitônio, obstrução intestinal ou fecaloma, ingestão de corpo estranho e para o diagnóstico de cálculos urinários, ou em situações em que a TC e a USG não estejam disponíveis.
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Q691581
Acerca de hemorragia digestiva alta ou baixa, comum nas emergências médicas e cirúrgicas nos prontos-socorros, julgue os itens subsequentes. Na classificação de Forrest, uma lesão IIb pode indicar a necessidade de intervenção endoscópica para o tratamento do sangramento.
288
Q691580
Acerca de hemorragia digestiva alta ou baixa, comum nas emergências médicas e cirúrgicas nos prontos-socorros, julgue os itens subsequentes. Em casos de hemorragias digestivas baixas, após estabilização do paciente, o primeiro exame a ser realizado é a colonoscopia, para diagnóstico e tratamento do sangramento.
289
Q691579
Acerca de hemorragia digestiva alta ou baixa, comum nas emergências médicas e cirúrgicas nos prontos-socorros, julgue os itens subsequentes. A hemorragia digestiva alta é definida como sangramento do trato gastrointestinal com origem proximal ao ângulo de Treitz, sendo sua principal causa as úlceras gástricas.
290
Q691578
Acerca de hemorragia digestiva alta ou baixa, comum nas emergências médicas e cirúrgicas nos prontos-socorros, julgue os itens subsequentes. A primeira opção para o tratamento da hemorragia digestiva alta deve ser a endoscopia.