Sobre a importância, na prática médica, da divisão de trombose venosa profunda (TVP) de membro inferior em distal e proximal, é CORRETO afirmar que:
O protocolo de profilaxia de trombose venosa profunda em doentes cirúrgicos, considerados de alto risco, produzido pelo grupo de elaboração de normas de orientação clínica da SBACV, recomenda para realização desse procedimento:
Paciente apresenta, em membro inferior, um quadro clínico agudo de dor intensa, palidez, parestesias, paralisia e ausência de pulsos. O diagnóstico mais provável desse caso é:
Paciente adulto jovem, do sexo masculino, fumante, com isquemia de membros inferiores, tromboflebite superficial migratória e fenômeno de Raynaud comprometendo os pés e as mãos. Dado esse contexto, o diagnóstico mais provável é:
A claudicação intermitente estática, caracterizada por dor nos músculos glúteos, em que o paciente permanece continuamente em pé, sem andar, descrita por Fernando Duque e S. Kaplan, pode estar presente na:
A recomendação do TASC Working Group para o tratamento de pacientes portadores de doença arterial obstrutiva de membros inferiores, com lesões infrainguinais, com isquemia grau II, categoria 4 da classificação de Rutherford, é:
O TASC Working Group recomenda a terapia endovascular para as lesões infrainguinais, tanto para as estenóticas quanto para as oclusivas, até que limite de extensão?
Em pacientes assintomáticos portadores de estenose da artéria carótida, o estudo ACAS (Asymptomatic Carotid Atherosclerosis Study) recomenda:
A terapia física complexa (TFC) é o tratamento conservador para o linfedema, Por apresentar bons resultados na maioria dos pacientes é recomendado pela International Society of Lymphology. Esse tratamento consiste em:
A presença de aneurismas que comprometem a metade distal, ou menos, da aorta descendente e a aorta abdominal distal às artérias renais de acordo com a classificação de Crawford para os aneurismas toracoabdominais correspondem ao Tipo: