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Q608976
Uma paciente de 32 anos de idade, é atendida com queixa de claudicação de membros superiores além de artralgia e astenia. Ao exame, apresenta-se hipertensa, com pressão arterial em membro superior direito de 180/110 mmHg e em membro superior esquerdo de 160/80 mmHg. Os exames laboratoriais revelam elevação de VHS, anemia normocrômica, normocítica e trombocitose. Diante desses achados, o diagnóstico mais provável é:
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Q608975
A droga cuja concentração é aumentada em até 400 vezes, em pacientes HIV positivos, que fazem uso de ritonavir, é a:
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Q608974
São verdadeiras as seguintes afirmativas sobre a dissecção aguda de aorta, EXCETO:
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Q608973
Os betabloqueadores são drogas amplamente utilizadas em cardiologia, em especial, no tratamento das doenças coronarianas estáveis. Dentre as opções, abaixo, uma delas apresenta apenas betabloqueadores considerados cardiosseletivos:
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Q608972
O tratamento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER) envolve a utilização de betabloqueadores que se mostram benéficos aos pacientes. Sobre a utilização dessas drogas nesse cenário, pode-se afirmar que:
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Q608971
A terapia de ressincronização no tratamento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida não está indicada, na seguinte situação:
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Q608970
No caso da profilaxia primária de febre reumática, caso o paciente tenha alergia à penicilina, a droga a ser escolhida, como primeira opção, será:
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Q608969
Na ressuscitação de um paciente adulto, em parada cardiorrespiratória, o recomendado, atualmente, de acordo com a atualização das diretrizes da American Heart Association, publicadas em 2015, é de que o número de compressões torácicas deva ser entre:
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Q608968
Em um paciente que evolui no pós-infarto com choque cardiogênico e que não apresenta complicação mecânica associada, o fármaco vasoativo recomendado é a:
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Q608967
É reconhecido o efeito deletério do repouso prolongado no pós-infarto nos pacientes que evoluem em Killil I. Dentre esses efeitos pode-se citar: