Medicina
Medicina Intensiva
Cardiologia e Alterações Vasculares
Choque e Parada Cardiorrespiratória
Ano:
2025
Banca:
CESPE / CEBRASPE
A respeito de ressuscitação cardiopulmonar e crise hipertensiva, julgue o próximo item.
O uso de desfibrilação precoce em casos de arritmias chocáveis, como fibrilação ventricular e taquicardia ventricular sem pulso, é um dos fatores mais importantes para aumentar as taxas de sobrevivência em paradas cardíacas.
A respeito de ressuscitação cardiopulmonar e crise hipertensiva, julgue o próximo item.
A redução da pressão arterial nas emergências hipertensivas deve ser realizada de maneira gradual, com a meta de reduzir a pressão em até 25% nas primeiras 2 horas, com vistas a evitar complicações como a diminuição da perfusão cerebral.
Medicina
Medicina Intensiva
Cardiologia e Alterações Vasculares
Choque e Parada Cardiorrespiratória
Ano:
2025
Banca:
CESPE / CEBRASPE
A respeito dos estados de choque, julgue o item subsequente. O uso de agentes inotrópicos e vasopressores no tratamento do choque cardiogênico permanece controverso, uma vez que seus possíveis benefícios podem ser contrabalançados por efeitos colaterais significativos, como o aumento da demanda de oxigênio pelo miocárdio, arritmias e até mesmo maior mortalidade.
Um homem de 58 anos de idade, com histórico de tabagismo e hipertensão, apresenta dor torácica em aperto há 1 hora, irradiando para o braço esquerdo, associada à intensa diaforese e náuseas. No exame físico, observa-se palidez, pulsos periféricos filiformes e sinais de hipoperfusão, como tempo de enchimento capilar prolongado. A ausculta cardíaca revela um sopro sistólico de regurgitação mitral, sugerindo disfunção do músculo papilar, além de um terceiro ruído (B3), indicativo de sobrecarga ventricular esquerda. O ECG demonstra elevação do segmento ST nas derivações V2 a V4, e os exames laboratoriais evidenciam elevação significativa dos níveis de troponina I. Com base neste caso clínico hipotético, bem como os assuntos correlatos, julgue o item a seguir. ...
Um homem de 58 anos de idade, com histórico de tabagismo e hipertensão, apresenta dor torácica em aperto há 1 hora, irradiando para o braço esquerdo, associada à intensa diaforese e náuseas. No exame físico, observa-se palidez, pulsos periféricos filiformes e sinais de hipoperfusão, como tempo de enchimento capilar prolongado. A ausculta cardíaca revela um sopro sistólico de regurgitação mitral, sugerindo disfunção do músculo papilar, além de um terceiro ruído (B3), indicativo de sobrecarga ventricular esquerda. O ECG demonstra elevação do segmento ST nas derivações V2 a V4, e os exames laboratoriais evidenciam elevação significativa dos níveis de troponina I. Com base neste caso clínico hipotético, bem como os assuntos correlatos, julgue o item a seguir. ...
Um homem de 58 anos de idade, com histórico de tabagismo e hipertensão, apresenta dor torácica em aperto há 1 hora, irradiando para o braço esquerdo, associada à intensa diaforese e náuseas. No exame físico, observa-se palidez, pulsos periféricos filiformes e sinais de hipoperfusão, como tempo de enchimento capilar prolongado. A ausculta cardíaca revela um sopro sistólico de regurgitação mitral, sugerindo disfunção do músculo papilar, além de um terceiro ruído (B3), indicativo de sobrecarga ventricular esquerda. O ECG demonstra elevação do segmento ST nas derivações V2 a V4, e os exames laboratoriais evidenciam elevação significativa dos níveis de troponina I. Com base neste caso clínico hipotético, bem como os assuntos correlatos, julgue o item a seguir. ...
Um homem de 58 anos de idade, com histórico de tabagismo e hipertensão, apresenta dor torácica em aperto há 1 hora, irradiando para o braço esquerdo, associada à intensa diaforese e náuseas. No exame físico, observa-se palidez, pulsos periféricos filiformes e sinais de hipoperfusão, como tempo de enchimento capilar prolongado. A ausculta cardíaca revela um sopro sistólico de regurgitação mitral, sugerindo disfunção do músculo papilar, além de um terceiro ruído (B3), indicativo de sobrecarga ventricular esquerda. O ECG demonstra elevação do segmento ST nas derivações V2 a V4, e os exames laboratoriais evidenciam elevação significativa dos níveis de troponina I. Com base neste caso clínico hipotético, bem como os assuntos correlatos, julgue o item a seguir. ...
Um homem de 46 anos de idade, com histórico de prolapso de valva mitral, apresenta febre persistente há três semanas, perda de peso, fadiga, calafrios e um sopro sistólico novo em foco mitral. O exame físico revela petéquias em leito ungueal e lesões de Janeway nas palmas das mãos. As hemoculturas confirmam a presença de Streptococcus viridans. A ecocardiografia mostra vegetação na valva mitral. Com base neste caso clínico hipotético, julgue o item a seguir.
O diagnóstico de endocardite infecciosa requer, no mínimo, dois critérios maiores de Duke.
Um homem de 46 anos de idade, com histórico de prolapso de valva mitral, apresenta febre persistente há três semanas, perda de peso, fadiga, calafrios e um sopro sistólico novo em foco mitral. O exame físico revela petéquias em leito ungueal e lesões de Janeway nas palmas das mãos. As hemoculturas confirmam a presença de Streptococcus viridans. A ecocardiografia mostra vegetação na valva mitral. Com base neste caso clínico hipotético, julgue o item a seguir.
As lesões de Janeway são critérios menores no diagnóstico de endocardite infecciosa.
Um homem de 46 anos de idade, com histórico de prolapso de valva mitral, apresenta febre persistente há três semanas, perda de peso, fadiga, calafrios e um sopro sistólico novo em foco mitral. O exame físico revela petéquias em leito ungueal e lesões de Janeway nas palmas das mãos. As hemoculturas confirmam a presença de Streptococcus viridans. A ecocardiografia mostra vegetação na valva mitral. Com base neste caso clínico hipotético, julgue o item a seguir.
A ecocardiografia transesofágica é mais sensível do que a transtorácica para detectar vegetações em válvulas cardíacas nativas.