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Q887457
Em uma distócia de ombro, qual a primeira manobra a ser tentada por ser a intervenção isolada mais efetiva?
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Q887456
São fatores de proteção para o câncer de ovário:
I. Ser usuária de longa data de anticoncepcional combinado oral. II. Ser portadora de endometriose. III. Realizar salpingectomia bilateral profilática.
Quais estão corretas?
I. Ser usuária de longa data de anticoncepcional combinado oral. II. Ser portadora de endometriose. III. Realizar salpingectomia bilateral profilática.
Quais estão corretas?
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Q887455
Para responder à questão, considere o caso abaixo:
Primigesta, com 40 semanas de gestação, refere contrações há 3 horas e nega perdas vaginais. Refere pré-natal sem intercorrências, nega doenças crônicas e uso de medicações. Ao exame: TA: 130/80 mmHg, altura uterina: 36 cm, 3 contrações em 10 minutos, bcf: 140 a 80 bpm, toque vaginal: colo 50% apagado, 4 cm de dilatação, cefálico, bolsa íntegra. Realizado cardiotocografia, cujo traçado está abaixo:
Qual o diagnóstico e sua fisiopatologia pela análise do traçado?
Primigesta, com 40 semanas de gestação, refere contrações há 3 horas e nega perdas vaginais. Refere pré-natal sem intercorrências, nega doenças crônicas e uso de medicações. Ao exame: TA: 130/80 mmHg, altura uterina: 36 cm, 3 contrações em 10 minutos, bcf: 140 a 80 bpm, toque vaginal: colo 50% apagado, 4 cm de dilatação, cefálico, bolsa íntegra. Realizado cardiotocografia, cujo traçado está abaixo:

Qual o diagnóstico e sua fisiopatologia pela análise do traçado?
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Q887454
Para responder à questão, considere o caso abaixo:
Primigesta, com 40 semanas de gestação, refere contrações há 3 horas e nega perdas vaginais. Refere pré-natal sem intercorrências, nega doenças crônicas e uso de medicações. Ao exame: TA: 130/80 mmHg, altura uterina: 36 cm, 3 contrações em 10 minutos, bcf: 140 a 80 bpm, toque vaginal: colo 50% apagado, 4 cm de dilatação, cefálico, bolsa íntegra. Realizado cardiotocografia, cujo traçado está abaixo:
Qual a melhor conduta após diagnóstico?
Primigesta, com 40 semanas de gestação, refere contrações há 3 horas e nega perdas vaginais. Refere pré-natal sem intercorrências, nega doenças crônicas e uso de medicações. Ao exame: TA: 130/80 mmHg, altura uterina: 36 cm, 3 contrações em 10 minutos, bcf: 140 a 80 bpm, toque vaginal: colo 50% apagado, 4 cm de dilatação, cefálico, bolsa íntegra. Realizado cardiotocografia, cujo traçado está abaixo:

Qual a melhor conduta após diagnóstico?
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Q887453
Puérpera, submetida à cesariana há 3 horas por descolamento prematuro de placenta, relata dor abdominal, mal-estar e tontura. Ao exame, TA: 80/40 mm Hg, FC de 110 bpm, útero subinvoluído e sangramento vaginal em grande quantidade. Realizada compressão uterina bimanual, infusão de grande volume de cristaloides, ocitocina intravenosa e misoprostol por via retal. O útero torna-se contraído novamente com redução do sangramento vaginal e melhora dos sinais vitais. A avaliação laboratorial mostra os seguintes parâmetros: hemoglobina de 8,5 g/dL, hematócrito de 26%, TP de 12 segundos, TTPa de 35 segundos, fibrinogênio de 160 mg/dL e plaquetas de 30.000 µL. Frente ao quadro clínico-laboratorial, qual a conduta mais adequada?
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Q887452
Considerando uma gestante Rh negativa com parceiro Rh positivo, são formas adequadas de profilaxia da aloimunização materna:
I. Administração de imunoglobulina anti-Rh de rotina na 28ª semana de gestação e novamente após o parto se o RN for Rh positivo. II. Administração de imunoglobulina anti-Rh em até 72 horas após o parto se o RN for Rh positivo. III. Administração de imunoglobulina anti-Rh após aborto de primeiro trimestre.
Quais estão corretas?
I. Administração de imunoglobulina anti-Rh de rotina na 28ª semana de gestação e novamente após o parto se o RN for Rh positivo. II. Administração de imunoglobulina anti-Rh em até 72 horas após o parto se o RN for Rh positivo. III. Administração de imunoglobulina anti-Rh após aborto de primeiro trimestre.
Quais estão corretas?
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Q887451
Menina de 16 anos refere que a última menstruação foi há 5 meses. Teve sua menarca aos 13 anos e, após 2 anos, os ciclos estavam regulares. Nega início da atividade sexual, uso de contracepção hormonal e outros medicamentos. Ao exame, pressão arterial de 150/90 mmHg, desenvolvimento puberal normal, genitália externa feminina, acne, hirsutismo moderado e IMC de 31 kg/m². Sem outras queixas. Solicitados os seguintes exames, cujos resultados foram: FSH: 3,5 mUI/mL, LH: 10 mUI/mL, testosterona total: 85 ng/dL, androstenediona: 4,5 ng/mL, SDHEA: 650 µg/dL. Em relação a esse caso, analise as assertivas abaixo:
I. O hiperandrogenismo nessa paciente poderá ter origem adrenal, devendo-se solicitar 17(OH) progesterona. II. É fundamental a solicitação de TSH, prolactina, SHBG, perfil lipídico, ...
I. O hiperandrogenismo nessa paciente poderá ter origem adrenal, devendo-se solicitar 17(OH) progesterona. II. É fundamental a solicitação de TSH, prolactina, SHBG, perfil lipídico, ...
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Q887450
A vaginose bacteriana é uma alteração decorrente do desequilíbrio da flora bacteriana vaginal normal, caracterizada pelo(a) __________ de lactobacilos, produtores de peróxido de hidrogênio, e pelo supercrescimento de bactérias __________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Q887449
Paciente de 25 anos, usuária de DIU de cobre há um ano, refere dor em baixo ventre, leucorreia amarelada e febre de até 38ºC há dois dias. Ativa sexualmente, está com novo parceiro há 2 meses. Ao exame, dor à mobilização do colo uterino e à palpação dos anexos. Ausência de peritonismo. Realizada ultrassonografia transvaginal, evidenciou-se DIU normoposicionado e ausência de abscesso tubo-ovariano. Em relação ao tratamento, qual a conduta correta?
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Q887448
Em relação à neoplasia intraepitelial vulvar (NIV) diferenciada, assinale a alternativa INCORRETA.