Nesse caso clínico, um paciente tem probabilidade alta de diagnóstico de ser apendicite aguda, sendo uma abordagem cirúrgica a mais determinada.
3041
Q884887
Uma paciente de 17 anos de idade iniciada com dor na região epigástrica, que irradia para uma fossa ilíaca direita há dois dias, tipo cólica. Relata inapetência há 48 horas, associada a náuseas e a vômitos. Ao exame físico, mostra-se em bom estado geral, normocorado, anictérico, abdome levemente distendido, com ruídos adventícios aumentados e sinal de Blumberg positivo. Quanto aos sinais vitais, verificam-se PA = 120 mmHg x 70 mmHg, FC = 97 bpm, FR = 19 irpm, SatO2 = 99% e Taxa = 37,7 ° C. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, tendo em vista a apendicite aguda, julgue o item a seguir.
Nesse caso clínico, um paciente tem probabilidade alta de diagnóstico de ser apendicite aguda, sendo uma abordagem cirúrgica a mais determinada.
Nesse caso clínico, um paciente tem probabilidade alta de diagnóstico de ser apendicite aguda, sendo uma abordagem cirúrgica a mais determinada.
3042
Q884886
Uma paciente de 17 anos de idade iniciada com dor na região epigástrica, que irradia para uma fossa ilíaca direita há dois dias, tipo cólica. Relata inapetência há 48 horas, associada a náuseas e a vômitos. Ao exame físico, mostra-se em bom estado geral, normocorado, anictérico, abdome levemente distendido, com ruídos adventícios aumentados e sinal de Blumberg positivo. Quanto aos sinais vitais, verificam-se PA = 120 mmHg x 70 mmHg, FC = 97 bpm, FR = 19 irpm, SatO2 = 99% e Taxa = 37,7 ° C. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, tendo em vista a apendicite aguda, julgue o item a seguir.
O sinal semiológico relatado no caso clínico é conhecido como a manobra de pressionar uma fossa ilíaca esquerda e causar dor reflexa na fossa ilíaca direita.
O sinal semiológico relatado no caso clínico é conhecido como a manobra de pressionar uma fossa ilíaca esquerda e causar dor reflexa na fossa ilíaca direita.
3043
Q884885
Uma paciente de 17 anos de idade iniciada com dor na região epigástrica, que irradia para uma fossa ilíaca direita há dois dias, tipo cólica. Relata inapetência há 48 horas, associada a náuseas e a vômitos. Ao exame físico, mostra-se em bom estado geral, normocorado, anictérico, abdome levemente distendido, com ruídos adventícios aumentados e sinal de Blumberg positivo. Quanto aos sinais vitais, verificam-se PA = 120 mmHg x 70 mmHg, FC = 97 bpm, FR = 19 irpm, SatO2 = 99% e Taxa = 37,7 ° C. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, tendo em vista a apendicite aguda, julgue o item a seguir.
Nas mulheres em faixa etária fértil, dor à mobilização do colo do útero exclui o diagnóstico de apendicite aguda.
Nas mulheres em faixa etária fértil, dor à mobilização do colo do útero exclui o diagnóstico de apendicite aguda.
3044
Q884884
Uma paciente de 17 anos de idade iniciada com dor na região epigástrica, que irradia para uma fossa ilíaca direita há dois dias, tipo cólica. Relata inapetência há 48 horas, associada a náuseas e a vômitos. Ao exame físico, mostra-se em bom estado geral, normocorado, anictérico, abdome levemente distendido, com ruídos adventícios aumentados e sinal de Blumberg positivo. Quanto aos sinais vitais, verificam-se PA = 120 mmHg x 70 mmHg, FC = 97 bpm, FR = 19 irpm, SatO2 = 99% e Taxa = 37,7 ° C. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, tendo em vista a apendicite aguda, julgue o item a seguir.
É a principal causa de abdome agudo em gestantes.
É a principal causa de abdome agudo em gestantes.
3045
Q884883
Uma paciente de 45 anos de idade realiza uma ultrassonografia de abdome, na qual apresenta um nódulo hepático isoecoico, com cicatriz central em formato de estrela. Ela nega qualquer tipo de sintomas. Considerando esse caso clínico e os nódulos hepáticos, julgue o item a seguir.
Pelos achados radiológicos, provavelmente o nódulo descrito é uma hiperplasia nodular focal, o tumor hepático benigno mais comum em mulheres.
Pelos achados radiológicos, provavelmente o nódulo descrito é uma hiperplasia nodular focal, o tumor hepático benigno mais comum em mulheres.
3046
Q884882
Uma paciente de 38 anos de idade queixa-se de regurgitação, tosse noturna, perda de peso e dor no peito. Durante a investigação, é excluída doença cardiológica; entretanto, nenhum exame de raios X de tórax contrastado, evidencia-se esôfago dilatado e afilado em sua porção distal. Continuando uma investigação, foi solicitada uma manometria esofágica, que revelou relaxamento completo do esfíncter esofágico inferior e aperistaltismo completo do corpo do esôfago, confirmando a suspeita de acalasia. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, acerca da acalasia, julgue o item a seguir.
A causa definitiva para acalasia permanece desconhecida, mas acredita-se que seja pela denervação da musculatura lisa; já no Brasil, está fortemente relacionado à doença causada pelo...
A causa definitiva para acalasia permanece desconhecida, mas acredita-se que seja pela denervação da musculatura lisa; já no Brasil, está fortemente relacionado à doença causada pelo...
3047
Q884881
Uma paciente de 38 anos de idade queixa-se de regurgitação, tosse noturna, perda de peso e dor no peito. Durante a investigação, é excluída doença cardiológica; entretanto, nenhum exame de raios X de tórax contrastado, evidencia-se esôfago dilatado e afilado em sua porção distal. Continuando uma investigação, foi solicitada uma manometria esofágica, que revelou relaxamento completo do esfíncter esofágico inferior e aperistaltismo completo do corpo do esôfago, confirmando a suspeita de acalasia. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, acerca da acalasia, julgue o item a seguir.
Os achados característicos de acalasia em uma esofagomanometria são: déficit de relaxamento fisiológico do EEI durante a deglutição, graus variados de hipotonia de EEI e perislase an...
Os achados característicos de acalasia em uma esofagomanometria são: déficit de relaxamento fisiológico do EEI durante a deglutição, graus variados de hipotonia de EEI e perislase an...
3048
Q884880
Uma paciente de 38 anos de idade queixa-se de regurgitação, tosse noturna, perda de peso e dor no peito. Durante a investigação, é excluída doença cardiológica; entretanto, nenhum exame de raios X de tórax contrastado, evidencia-se esôfago dilatado e afilado em sua porção distal. Continuando uma investigação, foi solicitada uma manometria esofágica, que revelou relaxamento completo do esfíncter esofágico inferior e aperistaltismo completo do corpo do esôfago, confirmando a suspeita de acalasia. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, acerca da acalasia, julgue o item a seguir.
Para os pacientes com megaesôfago avançado grau III e IV, existem alternativas cirúrgicas com o objetivo de melhorar o esvaziamento gástrico, lembrando-se sempre de que uma desnutriç...
Para os pacientes com megaesôfago avançado grau III e IV, existem alternativas cirúrgicas com o objetivo de melhorar o esvaziamento gástrico, lembrando-se sempre de que uma desnutriç...
3049
Q884879
Uma paciente de 38 anos de idade queixa-se de regurgitação, tosse noturna, perda de peso e dor no peito. Durante a investigação, é excluída doença cardiológica; entretanto, nenhum exame de raios X de tórax contrastado, evidencia-se esôfago dilatado e afilado em sua porção distal. Continuando uma investigação, foi solicitada uma manometria esofágica, que revelou relaxamento completo do esfíncter esofágico inferior e aperistaltismo completo do corpo do esôfago, confirmando a suspeita de acalasia. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, acerca da acalasia, julgue o item a seguir.
A acalasia é fator de risco apenas para o carcinoma escamoso de esôfago.
A acalasia é fator de risco apenas para o carcinoma escamoso de esôfago.
3050
Q884878
Uma paciente de 17 anos de idade iniciou com dor na região epigástrica, que irradia para uma fossa ilíaca direita há dois dias, tipo cólica. Relata inapetência há 48 horas, associada a náuseas e a vômitos. Ao exame físico, mostra-se em bom estado geral, normocorado, anictérico, abdome levemente distendido, com ruídos adventícios aumentados e sinal de Blumberg positivo. Quanto aos sinais vitais, verificam-se PA = 120 mmHg x 70 mmHg, FC = 97 bpm, FR = 19 irpm, SatO2 = 99% e Taxa = 37,7° C. Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, tendo em vista a apendicite aguda, julgue o item a seguir.
Os principais micro-organismos identificados na obstrução apendicular são Escherichia coli e Enterococcus faecalis.
Os principais micro-organismos identificados na obstrução apendicular são Escherichia coli e Enterococcus faecalis.