No que tange a esse caso clínico e ao GIST, julgue os itens a seguir. O GIST responde bem à quimioterapia e à radioterapia.
1531
Q886397
Um paciente de 34 anos de idade procura atendimento médico na unidade básica de saúde da própria cidade com queixa de discreta perda de peso, sangramento intestinal e empachamento pós-prandial. Foi solicitada uma endoscopia digestiva alta, em que se observa abaulamento de 4 cm em antro gástrico, bem limitada, sem comprometer mucosa e serosa. Sugere-se que seja um tumor de células estromais (GIST).
No que tange a esse caso clínico e ao GIST, julgue os itens a seguir. O GIST responde bem à quimioterapia e à radioterapia.
No que tange a esse caso clínico e ao GIST, julgue os itens a seguir. O GIST responde bem à quimioterapia e à radioterapia.
1532
Q886396
Um paciente de 34 anos de idade procura atendimento médico na unidade básica de saúde da própria cidade com queixa de discreta perda de peso, sangramento intestinal e empachamento pós-prandial. Foi solicitada uma endoscopia digestiva alta, em que se observa abaulamento de 4 cm em antro gástrico, bem limitada, sem comprometer mucosa e serosa. Sugere-se que seja um tumor de células estromais (GIST).
No que tange a esse caso clínico e ao GIST, julgue os itens a seguir. O exame mais importante para o diagnóstico diferencial de lesões subepiteliais é o PET-scan.
No que tange a esse caso clínico e ao GIST, julgue os itens a seguir. O exame mais importante para o diagnóstico diferencial de lesões subepiteliais é o PET-scan.
1533
Q886395
Um paciente de 34 anos de idade procura atendimento médico na unidade básica de saúde da própria cidade com queixa de discreta perda de peso, sangramento intestinal e empachamento pós-prandial. Foi solicitada uma endoscopia digestiva alta, em que se observa abaulamento de 4 cm em antro gástrico, bem limitada, sem comprometer mucosa e serosa. Sugere-se que seja um tumor de células estromais (GIST).
No que tange a esse caso clínico e ao GIST, julgue os itens a seguir. A ressecção gástrica deve ter margem macroscópica e necessita de 4 cm livre de tumor.
No que tange a esse caso clínico e ao GIST, julgue os itens a seguir. A ressecção gástrica deve ter margem macroscópica e necessita de 4 cm livre de tumor.
1534
Q886394
Uma paciente de 38 anos de idade queixa-se de regurgitação, tosse noturna, perda de peso e dor no peito. Durante a investigação, é excluída doença cardiológica; entretanto, no exame de raios X de tórax contrastado, evidencia-se esôfago dilatado e afilado em sua porção distal. Continuando a investigação, foi solicitada uma manometria esofágica, que revelou relaxamento completo do esfíncter esofágico inferior e aperistaltismo completo do corpo do esôfago, confirmando a suspeita de acalasia.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, acerca da acalasia, julgue os itens a seguir. A tríade clássica de sintomas é disfagia, dor torácica e perda de peso.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, acerca da acalasia, julgue os itens a seguir. A tríade clássica de sintomas é disfagia, dor torácica e perda de peso.
1535
Q886393
Uma paciente de 38 anos de idade queixa-se de regurgitação, tosse noturna, perda de peso e dor no peito. Durante a investigação, é excluída doença cardiológica; entretanto, no exame de raios X de tórax contrastado, evidencia-se esôfago dilatado e afilado em sua porção distal. Continuando a investigação, foi solicitada uma manometria esofágica, que revelou relaxamento completo do esfíncter esofágico inferior e aperistaltismo completo do corpo do esôfago, confirmando a suspeita de acalasia.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, acerca da acalasia, julgue os itens a seguir. A causa definitiva para acalasia permanece desconhecida, mas acredita-se que seja pela denervação da musculatura lisa; já no Brasil, está fortemente relacionada à doença causada pelo T...
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, acerca da acalasia, julgue os itens a seguir. A causa definitiva para acalasia permanece desconhecida, mas acredita-se que seja pela denervação da musculatura lisa; já no Brasil, está fortemente relacionada à doença causada pelo T...
1536
Q886392
Uma paciente de 38 anos de idade queixa-se de regurgitação, tosse noturna, perda de peso e dor no peito. Durante a investigação, é excluída doença cardiológica; entretanto, no exame de raios X de tórax contrastado, evidencia-se esôfago dilatado e afilado em sua porção distal. Continuando a investigação, foi solicitada uma manometria esofágica, que revelou relaxamento completo do esfíncter esofágico inferior e aperistaltismo completo do corpo do esôfago, confirmando a suspeita de acalasia.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, acerca da acalasia, julgue os itens a seguir. Os achados característicos de acalasia em uma esofagomanometria são: deficit do relaxamento fisiológico do EEI durante a deglutição, graus variados de hipotonia do EEI e perislase anor...
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, acerca da acalasia, julgue os itens a seguir. Os achados característicos de acalasia em uma esofagomanometria são: deficit do relaxamento fisiológico do EEI durante a deglutição, graus variados de hipotonia do EEI e perislase anor...
1537
Q886391
Uma paciente de 38 anos de idade queixa-se de regurgitação, tosse noturna, perda de peso e dor no peito. Durante a investigação, é excluída doença cardiológica; entretanto, no exame de raios X de tórax contrastado, evidencia-se esôfago dilatado e afilado em sua porção distal. Continuando a investigação, foi solicitada uma manometria esofágica, que revelou relaxamento completo do esfíncter esofágico inferior e aperistaltismo completo do corpo do esôfago, confirmando a suspeita de acalasia.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, acerca da acalasia, julgue os itens a seguir. Para os pacientes com megaesôfago avançado grau III e IV, existem alternativas cirúrgicas com o objetivo de melhorar o esvaziamento gástrico, lembrando-se sempre de que a desnutrição g...
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, acerca da acalasia, julgue os itens a seguir. Para os pacientes com megaesôfago avançado grau III e IV, existem alternativas cirúrgicas com o objetivo de melhorar o esvaziamento gástrico, lembrando-se sempre de que a desnutrição g...
1538
Q886390
Uma paciente de 38 anos de idade queixa-se de regurgitação, tosse noturna, perda de peso e dor no peito. Durante a investigação, é excluída doença cardiológica; entretanto, no exame de raios X de tórax contrastado, evidencia-se esôfago dilatado e afilado em sua porção distal. Continuando a investigação, foi solicitada uma manometria esofágica, que revelou relaxamento completo do esfíncter esofágico inferior e aperistaltismo completo do corpo do esôfago, confirmando a suspeita de acalasia.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, acerca da acalasia, julgue os itens a seguir. A acalasia é fator de risco apenas para o carcinoma escamoso de esôfago.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, acerca da acalasia, julgue os itens a seguir. A acalasia é fator de risco apenas para o carcinoma escamoso de esôfago.
1539
Q886389
Uma paciente de 55 anos de idade foi encaminhada ao pronto-socorro com quadro de dor abdominal e em região inguinal esquerda, associada a vômitos, nas últimas 36 horas. Alega nunca ter sentido essa dor, não conseguir se alimentar e eliminar flatos há 48 horas. Ao exame físico, mostra-se em regular estado geral, normocorada, sudorética, com os seguintes sinais vitais: PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 110 bpm, FR = 20 irpm, SatO2 = 99%, Tax = 37,8 °C, abdome distendido, doloroso durante a palpação superficial e com ruídos hidroaéreos aumentados. Na região inguinal esquerda, abaixo do ligamento inguinal, nota-se abaulamento endurecido, não redutível, com discreto aumento de temperatura e avermelhado.
Nega cirurgias prévias. No que se refere a esse caso clínico e a hérnias da região ingui...
Nega cirurgias prévias. No que se refere a esse caso clínico e a hérnias da região ingui...
1540
Q886388
Uma paciente de 55 anos de idade foi encaminhada ao pronto-socorro com quadro de dor abdominal e em região inguinal esquerda, associada a vômitos, nas últimas 36 horas. Alega nunca ter sentido essa dor, não conseguir se alimentar e eliminar flatos há 48 horas. Ao exame físico, mostra-se em regular estado geral, normocorada, sudorética, com os seguintes sinais vitais: PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 110 bpm, FR = 20 irpm, SatO2 = 99%, Tax = 37,8 °C, abdome distendido, doloroso durante a palpação superficial e com ruídos hidroaéreos aumentados. Na região inguinal esquerda, abaixo do ligamento inguinal, nota-se abaulamento endurecido, não redutível, com discreto aumento de temperatura e avermelhado.
Nega cirurgias prévias. No que se refere a esse caso clínico e a hérnias da região ingui...
Nega cirurgias prévias. No que se refere a esse caso clínico e a hérnias da região ingui...