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Q324339
O manejo das exacerbações de asma nos serviços de urgência é baseado no quadro clínico e, sempre que possível, na avaliação objetiva da limitação ao fluxo aéreo, por espirometria ou medição do Pico de Fluxo Expiratório (PFE) e na verificação da oximetria. A avaliação da resposta terapêutica deve ser realizada 30‐60 min após o tratamento inicial, com reclassificação da gravidade do paciente. São sinais clínicos de resposta incompleta ao tratamento inicial, EXCETO:
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Q324337
A raiva é uma antropozoonose transmitida ao homem pela inoculação do vírus presente na saliva e secreções do animal infectado, principalmente pela mordedura. Apresenta letalidade de, aproximadamente, 100% e alto custo na assistência preventiva às pessoas expostas ao risco de adoecer e morrer. Quanto à profilaxia da raiva humana, qual a conduta em caso de lambedura de pele com lesões superficiais por cão ou gato sem suspeita de raiva no momento da agressão?
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Q324335
A infecção respiratória constitui a principal causa de agudização em pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). A principal característica das infecções, em geral restrita à mucosa brônquica, é uma alteração no aspecto e/ou na quantidade de secreção eliminada, que passa de mucoide para purulenta e tem seu volume aumentado e se acompanha do aumento da dispneia do paciente. Qual o agente etiológico mais comumente envolvido nas exacerbações infecciosas da DPOC?
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Q324333
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é caracterizada por um desenvolvimento progressivo de limitação ao fluxo aéreo, que não é totalmente reversível. A ventilação não invasiva constitui a modalidade terapêutica de maior impacto no tratamento da DPOC grave no pronto‐socorro nos últimos anos e deve ser indicada precocemente em doentes graves. Assinale a contraindicação à ventilação não invasiva durante a exacerbação da DPOC.
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Q324331
A sobrevivência de crianças em parada cardiorrespiratória depende dos cuidados de emergências, oportunos e apropriados, tanto no ambiente extra‐hospitalar quanto intra‐hospitalar. Relacionando os esforços que devem ser feitos para melhorar a qualidade de vida no pós‐ressuscitação, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Q324329
Frequentemente, em tentativas de suicídio não é incomum a ingestão de mais de uma substância, não sendo possível exames que ofereçam resultados rápidos para suporte de tratamento, e as intoxicações, por sua vez, podem precipitar rapidamente a deterioração do estado geral com depressão do sistema nervoso central e instabilidade hemodinâmica. Sobre as paradas cardiorrespiratórias por intoxicações exógenas, assinale a afirmativa INCORRETA.
7
Q324327
Cetoacidose Diabética (CAD) e hipoglicemia são as principais complicações agudas dos pacientes com DM1, tendo a CAD incidência variada de 15% a 67% no mundo, não sendo conhecida a incidência brasileira. A CAD pode ser a primeira manifestação do DM1 em crianças. Sobre a Cetoacidose Diabética, assinale a afirmativa INCORRETA.
8
Q324325
Ao avaliar um paciente com Insuficiência Renal Aguda (IRA) é fundamental classificar o quadro como IRA pré‐renal, IRA renal intrínseca ou IRA pós‐renal. São alterações que sugerem um quadro de IRA pré‐renal, EXCETO:
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Q324323
A ventilação mecânica substitui total ou parcialmente a ventilação espontânea e está indicada na insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada. A ventilação mecânica propicia melhora das trocas gasosas e diminuição do trabalho respiratório, podendo ser utilizada de forma não‐invasiva através de uma interface externa, geralmente uma máscara facial, e de forma invasiva através de um tubo endotraqueal ou cânula de traqueostomia. Sobre máscaras e ventiladores para aplicação de ventilação não invasiva, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Q324321
O diagnóstico da febre reumática é clínico, não existindo sinal patognomônico ou exame específico. Os exames laboratoriais, apesar de inespecíficos, sustentam o diagnóstico do processo inflamatório e da infecção estreptocócica. Os critérios de Jones, estabelecidos em 1944, tiveram a sua última modificação em 1992 e continuam sendo considerados o “padrão‐ouro” para o diagnóstico do primeiro surto da febre reumática. A divisão dos critérios em maiores e menores é baseada na especificidade e não na frequência da manifestação. Assinale um critério maior para o diagnóstico de febre reumática.