O uso de anticoagulante oral é mandatório para pacientes em processo de fibrilação atrial paroxística
acima de 75 anos de idade e sem outros fatores de risco.
O uso de anticoagulante oral é mandatório para pacientes em processo de fibrilação atrial paroxística
acima de 75 anos de idade e sem outros fatores de risco.
O uso de anticoagulante oral é mandatório para pacientes em processo de fibrilação atrial paroxística
com doença do nó sinusal.
As causas mais comuns de insuficiência cardíaca nos ido sos são:
No Pronto Atendimento, pode-se praticamente excluir o diagnóstico de insuficiência cardíaca sistólica se os valores de BNP (pg/mL) e NT-pro BNP (pg/mL) estiverem, respectivamente:
É marcador de lesão subclínica de órgãos alvo na hipertensão arterial:
O ITB (índice tornozelo-braquial) é método padrão-ouro para rastreamento de doença arterial periférica. Os valores considerados anormais e que estão associados com alta sensibilidade e especificidade em comparação com a angiografia de membros inferiores, na medida realizada com doppler vascular portátil, são:
As novas recomendações no atendimento de uma parada cardiorrespiratória apresentaram algumas mudanças com relação às compressões torácicas e na sequência de aten dimento da vítima. Está correto o que se afirma em:
Mulher de 55 anos, sem comorbidades prévias, referindo ter apresentado um episódio isolado e recente de fibrilação atrial. A conduta correta em relação à terapia antitrombótica é:
Os fármacos de escolha, por reduzirem o risco de novos eventos coronarianos, para idosos hipertensos com infarto prévio, são:
No contexto da doença arterial coronária é considerado sugestivo de mau prognóstico e/ou doença multiarterial a presença, no teste ergométrico, de: