5161 Q235129
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

De acordo com o recomendado pelo suporte avançado de vida em pediatria, o algoritmo de atendimento de parada cardíaca sem pulso resume os passos para avaliação e tratamento do paciente sem pulso, que não responde às intervenções de suporte básico de vida. Com relação a esse assunto, julgue os itens seguintes.

Após análise do ritmo, se for constatada assistolia, deve-se, imediatamente, aplicar choque com carga de 2 J/kg e, em seguida, iniciar compressões torácicas.

5162 Q235127
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

De acordo com o recomendado pelo suporte avançado de vida em pediatria, o algoritmo de atendimento de parada cardíaca sem pulso resume os passos para avaliação e tratamento do paciente sem pulso, que não responde às intervenções de suporte básico de vida. Com relação a esse assunto, julgue os itens seguintes.

Nos casos de assistolia, deve-se usar a epinefrina por via endovenosa quando não se consegue retorno cardíaco espontâneo após 5 ciclos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).

5163 Q235125
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

De acordo com o recomendado pelo suporte avançado de vida em pediatria, o algoritmo de atendimento de parada cardíaca sem pulso resume os passos para avaliação e tratamento do paciente sem pulso, que não responde às intervenções de suporte básico de vida. Com relação a esse assunto, julgue os itens seguintes.

Em criança de 6 anos de idade, em parada cardiorespiratória (PCR), atendida fora do ambiente hospitalar, ao se constatar que o ritmo é de taquicardia ventricular (sem pulso), deve-se usar o desfibrilador externo automático para análise de ritmo e choque, utilizando-se pás e sistemas pediátricos.

5164 Q235123
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Com relação ao choque séptico e à sepse grave, julgue os itens a seguir.

Nos casos de choque séptico pediátrico, a paralisia vasomotora é a principal causa de morte. Nesses casos, há também, disfunção miocárdica, manifestada pela diminuição da fração de ejeção, mas o débito cardíaco é mantido pelo aumento da frequência cardíaca e pela dilatação ventricular.

5165 Q235121
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Com relação ao choque séptico e à sepse grave, julgue os itens a seguir.

Nas crianças, geralmente, o choque está associado à severa hipovolemia, e elas respondem bem a uma agressiva ressuscitação fluídica.

5166 Q235119
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

O traumatismo cranioencefálico (TCE) representa mais de 35% das hospitalizações de indivíduos abaixo de 20 anos de idade, sendo os acidentes de trânsito, as quedas e as agressões as causas mais comuns de TCE. No que se refere a TCE, julgue os itens de 50 a 54.

O uso profilático de anticonvulsivantes está indicado para pós-operatório de tumores supratentoriais e quando há história de convulsão anterior.

5167 Q235117
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

O traumatismo cranioencefálico (TCE) representa mais de 35% das hospitalizações de indivíduos abaixo de 20 anos de idade, sendo os acidentes de trânsito, as quedas e as agressões as causas mais comuns de TCE. No que se refere a TCE, julgue os itens de 50 a 54.

A hiperventilação tem papel central no controle da hipertensão intracraniana (HIC), sendo terapia de primeira linha no tratamento do quadro, independentemente da sua causa.

5168 Q235115
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

O traumatismo cranioencefálico (TCE) representa mais de 35% das hospitalizações de indivíduos abaixo de 20 anos de idade, sendo os acidentes de trânsito, as quedas e as agressões as causas mais comuns de TCE. No que se refere a TCE, julgue os itens de 50 a 54.

O tratamento com corticosteróides em TCE grave é indicado para diminuir o edema cerebral.

5169 Q235113
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Considerando que o choque é o final comum de muitas doenças infecciosas e é um diagnóstico de exclusão obrigatório, tanto quando se avalia uma criança previamente hígida quanto nas crianças com algum tipo de doença subjacente, julgue os itens subsequentes.

Em paciente na fase quente do choque refratário a volume e resistente a dopamina, deve-se iniciar a infusão contínua de dobutamina 0,2 micrograma/kg/min.

5170 Q235111
Medicina
Ano: 2010
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)

Considerando que o choque é o final comum de muitas doenças infecciosas e é um diagnóstico de exclusão obrigatório, tanto quando se avalia uma criança previamente hígida quanto nas crianças com algum tipo de doença subjacente, julgue os itens subsequentes.

Para criança em choque séptico e hiperglicemia, com glicemia maior que 178 mg/dL, há indicação precisa, com base em evidências, do uso de insulina contínua para manter um controle glicêmico.