I. Na obra O Ateneu, de Raul Pompeia, o protagonista Sérgio relata as dificuldades da vida de estivador no Porto de Santos, onde ele, seu pai e seu avô trabalharam durante toda a vida sem nunca conquistar qualquer tipo de riqueza. II. Raul Pompeia, em sua obra O Ateneu, apresenta ao leitor os intensos conflitos entre as tribos indígenas amazonenses e os garimpeiros que degradam as flores e o meio ambiente em busca do lucro fácil.
I. Na obra O Ateneu, de Raul Pompeia, o protagonista Sérgio relata as dificuldades da vida de estivador no Porto de Santos, onde ele, seu pai e seu avô trabalharam durante toda a vida sem nunca conquistar qualquer tipo de riqueza. II. Raul Pompeia, em sua obra O Ateneu, apresenta ao leitor os intensos conflitos entre as tribos indígenas amazonenses e os garimpeiros que degradam as flores e o meio ambiente em busca do lucro fácil.
I. Na obra O Ateneu, de Raul Pompeia, o protagonista Sérgio relata as dificuldades da vida de estivador no Porto de Santos, onde ele, seu pai e seu avô trabalharam durante toda a vida sem nunca conquistar qualquer tipo de riqueza.
II. Raul Pompeia, em sua obra O Ateneu, apresenta ao leitor os intensos conflitos entre as tribos indígenas amazonenses e os garimpeiros que degradam as flores e o meio ambiente em busca do lucro fácil.
Leia o texto a seguir, extraído do livro “Curso de Literatura Brasileira”, de Sergius Gonzaga (2004, p. 144), a respeito do romance “Senhora”, de José de Alencar:
Com seus dezoito/dezenove anos, Aurélia tem uma consciência improvável dos mecanismos dos mecanismos que regem as relações sociais. Parece uma doutora em economia. Além disso, o frio desprezo com que trata a sociedade é inverossímil em um contexto em que tais atitudes desafiariam radicalmente as normas do comportamento feminino. A credibilidade da personagem também se esvai quando ela nos é mostrada em sua interioridade: trata-se de menina cândida e generosa. A clivagem entre a vingadora implacável e a donzelinha quase boba não é explorada nem aprofundada por Alencar.
Leia o excerto a seguir, do escritor Machado de Assis, e assinale a alternativa correta a respeito do trecho:
A ESCRAVIDÃO levou consigo ofícios e aparelhos, como terá sucedido a outras instituições sociais. Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. Um deles era o ferro ao pescoço, outro, o ferro ao pé; havia também a máscara de folha de flandres. A máscara fazia perder o vício da embriaguez aos escravos, por lhes tapar a boca. Tinha só três buracos, dous para ver, um para respirar, e era fechada atrás da cabeça por um cadeado. Com o vício de beber, perdiam a tentação de furtar, porque geralmente era dos vinténs do senhor que eles tiravam com que matar a sede, e aí ficavam dous pecados extintos, e a sobriedade e a honestidade certas. Era grotesca tal máscar...
O crítico Antonio Candido considera que nossa literatura só passou a existir como sistema, ou seja, como uma articulação dinâmica entre autores, obras e público plenamente constituída, a partir do século do Iluminismo, o que leva esse crítico a considerar que
As protagonistas de grandes romances do nosso século XIX diferenciam-se muito por conta das diferentes formas e visões de mundo acionadas por seus criadores. Assim é que a personagem Capitu, do romance D. Casmurro, diferentemente da Aurélia, de Senhora,
Passando abruptamente do primitivo solene à crônica jocosa e desta ao distanciamento da paródia, o autor jogou sabiamente com níveis de consciência e de comunicação diversos, justificando plenamente o título de rapsódia, mais do que “romance”, que emprestou à obra.
No trecho acima, o crítico e historiador Alfredo Bosi está considerando