O intérprete educacional é aquele que atua como profissional intérprete de língua de sinais na educação. Em relação a alguns elementos sobre o intérprete de língua de sinais em sala de aula, afirma-se: I- Considerando as questões éticas, os intérpretes devem manter-se neutros e garantirem o direito dos alunos de manter suas informações confidenciais. II- As aulas devem prever intervalos que garantem ao intérprete descansar, pois isso garantirá uma melhor performance e evitará problemas de saúde ao intérprete. III- Deve-se considerar que o intérprete é o único elemento que garantirá a acessibilidade. É correto o que se afirma em:
Na tradução de línguas, Jakobson identificou três diferentes tipos de tradução. Segala (2010) propôs incluir um quarto tipo aplicado às traduções que envolvem uma língua de sinais. Uma tradução que capta as especificidades envolvidas nesse processo, pois estamos diante de línguas em diferentes modalidades. Isso posto, a tradução proposta por Segala é:
Evans (1987) defende que a exposição da criança surda à linguagem de sinais ocorra o mais precocemente possível, pois favorece a aquisição de linguagem interna e desenvolvimento cognitivo. Dessa forma, o autor descreve a filosofia (de):
Segundo Decreto nº 5.626/2005, a formação do tradutor e intérprete de Libras - Língua Portuguesa deve efetivar-se por meio de curso superior de Tradução e Interpretação, com habilitação em Libras - Língua Portuguesa. Por outro lado, a formação do intérprete de Libras, no nível médio, deve ser realizada por meio de:
O sistema de escrita para escrever a língua de sinais é conhecido pelo nome SingWriting (SW). Isso foi um fato histórico à comunidade surda, pois a língua de sinais era considerada uma língua ágrafa. Nesse sentido, para Strobel, a escrita de sinais é um artefato cultural no âmbito (de/da/do(s)):
Surdez: uma questão de diferença e identidade cultural
Por W. G. Almeida, 2006 (adaptado).
Para alguns estudiosos, os surdos e os mudos são identificados e reconhecidos pela sociedade ouvinte e falante a partir de atributos que não atendem aos interesses da comunidade dos surdos ou da comunidade dos mudos.
A sociedade enxerga os surdos e os mudos como indivíduos deficientes que devem ser curados ou consertados por procedimentos neurocirúrgicos prometidos pela medicina, seja na engenharia genética ou pela prevenção a doenças. A surdez e a mudez, nessa óptica, são vistas como um mal a ser combatido, como resultado da pobreza e das más condições sanitárias, da falta de cuidados médicos, ou, muitas vezes, como castigo e punição.
Surdez: uma questão de diferença e identidade cultural
Por W. G. Almeida, 2006 (adaptado).
Para alguns estudiosos, os surdos e os mudos são identificados e reconhecidos pela sociedade ouvinte e falante a partir de atributos que não atendem aos interesses da comunidade dos surdos ou da comunidade dos mudos.
A sociedade enxerga os surdos e os mudos como indivíduos deficientes que devem ser curados ou consertados por procedimentos neurocirúrgicos prometidos pela medicina, seja na engenharia genética ou pela prevenção a doenças. A surdez e a mudez, nessa óptica, são vistas como um mal a ser combatido, como resultado da pobreza e das más condições sanitárias, da falta de cuidados médicos, ou, muitas vezes, como castigo e punição.
Surdez: uma questão de diferença e identidade cultural
Por W. G. Almeida, 2006 (adaptado).
Para alguns estudiosos, os surdos e os mudos são identificados e reconhecidos pela sociedade ouvinte e falante a partir de atributos que não atendem aos interesses da comunidade dos surdos ou da comunidade dos mudos.
A sociedade enxerga os surdos e os mudos como indivíduos deficientes que devem ser curados ou consertados por procedimentos neurocirúrgicos prometidos pela medicina, seja na engenharia genética ou pela prevenção a doenças. A surdez e a mudez, nessa óptica, são vistas como um mal a ser combatido, como resultado da pobreza e das más condições sanitárias, da falta de cuidados médicos, ou, muitas vezes, como castigo e punição.