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Q1028555
Um tipo de processo morfológico bastante comum na Língua Brasileira de Sinais é aquele que deriva nomes de verbos e vice-versa. Observa-se que a Libras pode derivar nomes de verbos pela mudança do seguinte parâmetro:
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Q1028554
A “flexibilidade da ordem da frase” na Língua Brasileira de Sinais está relacionada ao seguinte mecanismo gramatical:
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Q1028553
Qual identidade caracteriza as pessoas que não foram inseridas em alguma comunidade surda?
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Q1028475
Segundo Ferreira Brito (1990), a LIBRAS tem sua estrutura gramatical organizada a partir de alguns parâmetros que estruturam sua formação nos diferentes níveis linguísticos. Três são seus parâmetros principais ou maiores, são eles:
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Q1028474
Este é um recurso muito usado na LIBRAS quando os surdos estão desenvolvendo a narrativa. O sinalizador coloca-se na posição dos personagens referidos na narrativa, alternando com eles em situações de diálogo ou ação.
Trata-se de:
Trata-se de:
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Q1028473
É a soletração de letras com as mãos. É muito aconselhável soletrar devagar, formando as palavras com nitidez. Entre as palavras soletradas, é melhor fazer uma pausa curta ou mover a mão direita para o lado esquerdo, como se estivesse empurrando a palavra já soletrada para o lado. Normalmente, é utilizado para soletrar os nomes de pessoas, de lugares, de rótulos, etc., e para os vocábulos não existentes na língua de sinais.
Trata-se de:
Trata-se de:
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Q1027589
Educação e Costume são pares mínimos na Libras distintos por:
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Q1027588
Verde e Gelado são pares mínimos na Libras distintos por:
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Q1027587
Dos pontos de articulação da cabeça, em Libras, S indica:
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Q1027586
Dos pontos de articulação da cabeça, em Libras, A indica: