Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo. A perspectiva intercultural para o ensino de línguas: propostas e desafios, 2014 (com adaptações). ...
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Q1093476
Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural.
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Q1093475
Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural.
Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo. A perspectiva intercultural para o ensino de línguas: propostas e desafios, 2014 (com adaptações).
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Q1093474
Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural.
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Q1093473
Em muitas partes do mundo, a maioria dos utilizadores do inglês como língua franca é formada por não nativos que não dominam a gramática padrão e aspectos do seu léxico e de sua pronúncia. Conceber o inglês como o idioma da globalização na sua função de língua franca desestabiliza conceitos reducionistas que sempre limitaram língua a padrões subjetivos. As características do inglês como língua franca, potencialmente, contestam as questões mitológicas da pronúncia correta e desorganiza, entre vários aspectos, a ideia estapafúrdia de uma suposta hierarquia cultural.
Denise Scheyerl, Kelly Barros e Diogo Oliveira do Espírito Santo. A perspectiva intercultural para o ensino de línguas: propostas e desafios, 2014 (com adaptações). ...
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Q1093471
As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade.
Rosane Rocha Pessoa. A reflexão interativa como instrumento de desenvolvimento profissional: um estudo com professores de ing...
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Q1093470
As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade.
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Q1093469
As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade.
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Q1093468
As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade.
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Q1093467
As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade.
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Q1093466
As origens teóricas da perspectiva reflexiva sobre a prática remontam a John Dewey, que, na década de 30 do século passado, definiu ação reflexiva como o exame ativo, voluntário, persistente e rigoroso de nossas crenças e ações, à luz dos fundamentos que as sustentam e das consequências a que conduzem. Ao caracterizar a reflexão como uma forma especializada de pensar, Dewey a diferencia do ato de rotina, que, embora fundamental ao ser humano, é guiado por impulso, hábito, tradição ou submissão à autoridade. A reflexão, ao contrário, baseia-se na vontade, no pensamento, em atitudes de questionamento e curiosidade.
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