Werner Jaeger, autor do clássico “Paideia: A formação do homem grego”, refere-se à educação grega nos tempos de Homero; fala de um código de nobreza cavalheiresca, regendo a vida do “homem nobre que, na vida privada como na guerra, rege-se por normas certas de conduta, alheias aos comuns dos homens.” (JAEGER, 1986, p. 20). Nesse sentido, como princípio formativo da Paidéia grega, o conceito de Arete referia-se, em termos gerais, a um ideal de excelência humana, o qual deveria ser alcançado nas diferentes ações desenvolvidas pelos homens.
O sentido do dever é, nos poemas homéricos, uma característica essencial da nobreza, que se orgulha por lhe ser imposta uma medida exigente. A f...
(…) Essas são as histórias contadas por persas e fenícios. Eu mesmo não tenho nenhuma intenção de afirmar que esses eventos ocorreram dessa ou daquela maneira. Mas eu sei quem foi o primeiro homem a cometer atos injustos contra os gregos. Eu o identificarei e então prosseguirei com minha história, falando igualmente das cidades grandes e pequenas dos homens. Pois muitos estados que foram grandes uma vez agora se tornaram pequenos e aqueles que eram grandes na minha época tinham sido pequenos antes. Sabendo, portanto, que a prosperidade humana nunca continua no mesmo lugar, eu mencionare...
Não era apenas por meio da força que as classes dominantes de Roma queriam impor-se aos povos conquistados. Desejavam, também, ser vitoriosos no plano cultural. O anseio de Roma por projeção cultural foi bem compreendido por Otávio Augusto que, durante o seu governo (27 a.C – 14 d.C), incentivou uma política de proteção a artistas e intelectuais. O objetivo dessa política cultural era estimular a produção de obras que exaltassem a glória de Roma e de seu governo.
COTRIM, Gilberto. História Global: Brasil e Geral. Volume único. São Paulo: Saraiva, 2006. P. 90.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.
1. É nesse contexto que encontramos ricos cidadãos, como o influente conselheiro do Imperador Otávio Au...
Acerca da Passagem da Antiguidade para a Idade Média, considere o texto abaixo.
O período que se estendeu de princípios do século IV a meados do século VIII sem dúvida apresenta uma feição própria, mas não “antiga” e ainda não claramente “medieval”. Apesar disso, talvez seja melhor chamá-la de Primeira Idade Média do que usar o velho rótulo Antiguidade Tardia, pois nela teve início a convivência e a lenta interpenetração dos três elementos históricos que comporiam todo o período medieval. Elementos que, por isso, chamamos de Fundamentos da Idade Média: herança romana clássica, herança germânica, cristianismo.
O historiador Eric Hobsbawm, na sua obra intitulada “Nações e nacionalismo desde 1780”, ao estudar o fenômeno do nacionalismo, procurou explicar o surgimento deste fenômeno na Europa do século XIX, ligado, entre outras razões, a uma presença mais efetiva dos poderes do Estado na sociedade daquele período.
Cada vez mais o Estado detinha informações sobre cada um dos indivíduos e cidadãos através do instrumento representado por seus censos periódicos regulares (que só se tornaram comuns depois da metade do século XIX), através da educação primária teoricamente compulsória e através do serviço militar obrigatório, onde existisse.
...(Jules Ferry, Ministro da França em um discurso ao Parlamento francês em 28 de julho de 1885)
A partir do século XIX, com a 2ª Revolução Industrial, observa-se uma nova corrida colonial empreendida principalmente pelas potências industriais europeias.
A esse movimento dá-se o nome de
O feudo era a estrutura básica do feudalismo, durante a chamada Idade Medieval. Acerca desse período histórico, é correto afirmar que