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Q923474
A organização de arquivos históricos é uma atividade que ganhou centralidade durante a formação dos Estados Nacionais Modernos, de forma acelerada no século XIX. Ao longo desse processo foi visto que é preciso estabelecer critérios claros e eficazes para armazenar, classificar e recuperar documentos históricos de forma apropriada. O principal objetivo da organização de arquivos históricos é:
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Q923473
A organização de arquivos históricos não pode ser desvinculada da própria avaliação crítica da constituição desses arquivos históricos, suas intencionalidades e seus silenciamentos. Assim como é importante conhecer as noções básicas para garantir uma boa gestão, é preciso conhecer as problemáticas relações entre memória, história e arquivos históricos. Acerca dessa problemática levantada, a assertiva que NÃO pode ser considerada correta é:
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Q923472
O patrimônio histórico é uma forma de preservar a memória coletiva e a identidade cultural de uma sociedade. É composto por bens materiais e imateriais, tais como monumentos, museus, sítios arqueológicos, entre outros, que têm importância cultural, artística, científica ou histórica. A principal função do patrimônio histórico é
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Q923469
A história da África é rica e diversa, mas muitas vezes subestimada e mal representada na cultura ocidental. O impacto mais significativo da exploração europeia na história da África foi a
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Q923468
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Q923116
Julgue o item subsequente.
Os hebreus eram nativos da Mesopotâmia. Eles eram nômades e viviam em tendas, pastoreando rebanhos de cabras e ovelhas, usando jumentos, mulas e camelos como bestas de carga. A Palestina era uma estreita faixa de terra banhada pelo rio Jordão e localizada a sudeste do atual Líbano. A principal fonte da história antiga dos hebreus é a Bíblia, porém ela não relata fielmente os acontecimentos, pois sua preocupação volta-se muito mais para a unidade e identidade de um povo do que para um acontecimento narrado. A Bíblia reflete a concepção mitológica dos hebreus. Como mito, ela reflete o pensamento de um povo e como documento histórico ela permite acompanhar a evolução dos mitos e a concepção de mundo dos hebreus, fazendo referências a cost...
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Q923112
Julgue o item subsequente.
É consenso considerar que o Brasil é parte indissociável da América Latina, fato esse que se consolidou na literatura emergente entre os séculos XVI e XVII. Tal ideia era compactuada entre os autores de países de língua latina e pelos próprios brasileiros na época. É correto afirmar que o Brasil sob este contexto passou a fazer parte da América Latina a partir do momento em que se fora cunhada a expressão “Latin América”. Ou seja, quando principalmente os EUA, a Europa e o resto do mundo passaram a considerar o Brasil como parte integrante da “Latin America” em meados dos anos 1520 e 1530.
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Q923108
Desde os primórdios da República norte-americana, os capitais estrangeiros entraram no país tanto sob a forma de participações, como de investimento direto. Eles se destinavam a um leque de diferentes atividades, desde a compra de terras até os bancos, dos transportes à indústria manufatureira. Chegavam pelos mais diversos caminhos. O que visivelmente permaneceu ausente nos primeiros anos foram as emissões de capital no estrangeiro. Os primeiros investimentos estrangeiros no setor de transportes destinaram-se à navegação fluvial e aos canais. Esses investimentos foram feitos principalmente por representantes de investidores estrangeiros nos EUA.
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Q923096
O surgimento do reino de Assíria deu-se por volta ou 1400 a. C., quando uma sucessão de reis transformou uma antiga cidade mercantil, que atuava como centro de culto religioso do deus Asur, em núcleo de poder político. Mas a consolidação do estado assírio ocorreu com os reis Assurnazirpal II e seu filho Salmanassar III que, de 934 a 827 a. C., empreenderam a conquista dos territórios que haviam sido ocupados pelos arameus no II milênio a. C. e formaram um vasto império que se estendeu até o Mar Mediterrâneo.
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Q923095
Referente à guerra civil americana, afirma-se que, os republicanos acreditavam que o trabalho livre era social, política e moralmente superior ao trabalho escravo. Dito de forma mais simples, eles odiavam a escravidão e entendiam que os escravos a odiassem ainda mais. Esperavam destruir a escravidão de forma gradual e pacífica, mas também previram que a secessão levaria à guerra e que a guerra por sua vez desencadearia uma rebelião de escravos na forma de fuga maciça para as fileiras da União. Do mesmo modo, calcularam que a cláusula da Constituição referente aos poderes de guerra autorizava o Governo Federal a emancipar tais escravos como uma “necessidade militar”.