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Q587971
Feições do mundo real são mais bem modeladas como Objetos Geográficos por possuírem uma geometria, um conjunto de propriedades (atributos que definem o seu estado) e um conjunto de métodos (que definem o seu comportamento). Na área do conhecimento de Sistemas em Computação e Informática, uma grande mudança ocorreu com o surgimento do paradigma da Orientação a Objetos, que permitiu uma evolução nos SIG. De acordo com esse paradigma:
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Q587970
Em uma representação vetorial clássica, as feições são armazenadas na forma de nós, arcos e polígonos. Para uma aplicação de logística que envolva um conjunto de municípios, uma rede viária para distribuição e postos de coleta, abastecimento e concentração de produtos, a quantidade de relacionamentos necessários a implementar:
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Q587969
Redes Triangulares Irregulares (TIN, em inglês) são estruturas de dados topológicas muito usadas em Cartografia para operação com dados pontuais discretos. Ressalta-se o caso particular da Triangulação de Delaunay, por ser única e otimizada. Sob o aspecto topológico, uma das vantagens destas estruturas reside na simplicidade de sua implementação, porque cada componente possui:
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Q587968
Entre as possíveis modelagens estruturais de bancos de dados, aquela que apresenta as características de ser aberta, flexível e adaptável, porém com a desvantagem de apresentar alto grau de redundância e muito tempo necessário nas consultas, é:
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Q587967
Ao se modelar um problema a ser solucionado com auxílio de um Banco de Dados Geográficos, ou um SIG, durante a elaboração do Projeto Lógico, deve-se ter especial atenção:
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Q587966
Analistas de geoinformação são profissionais que modelam a realidade geográfica e devem captar o conhecimento dos especialistas que constituirão os usuários finais dos SIG's, ou seja, devem representá-la de acordo com visões de mundo específicas. Por outro lado, o alto custo envolvido na coleta de dados remete à necessidade de troca ou complementação dos que são oriundos de sistemas distintos. Assim, quando se busca combinar diferentes visões, por equivalência semântica, para interoperabilidade emprega-se uma metodologia baseada em:
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Q587965
As Especificações Técnicas para Estruturação de Dados Geoespaciais Digitais Vetoriais para a Mapoteca Nacional Digital (MND), componente da estruturação de dados cartográficos do Mapeamento Sistemático Terrestre da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE), tem por objetivo padronizar estruturas de dados que viabilizem:
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Q587964
A base cartográfica disponível para um determinado projeto foi digitalizada vetorialmente e validada topologicamente no Sistema Geodésico SAD69. Ao importar as diversas camadas para um novo projeto, esse em SIRGAS2000, após a transformação das coordenadas entre os dois sistemas, o novo conjunto de dados:
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Q587963
Atualmente muitas funções encontram-se disponíveis nos principais SIG᾽s, sendo que, em algumas plataformas, é possível combiná-las para a execução de algumas tarefas. Em razão disso, a organização dos menus requer uma classificação das funcionalidades para que a operação do sistema seja otimizada. Robinson et al propuseram 5 grupos, a saber: 1) Interface Gráfica do Usuário; 2) Gerenciamento do Sistema e do Banco de Dados; 3) Entrada, Edição e Validação de dados; 4) Manipulação e Análise; e 5) Exibição e Geração de produtos.
De acordo com essa classificação, as funções de seleção de macros, geração de legendas e interpolação entre pontos estão relacionadas, respectivamente, aos grupos:
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Q587962
A capacidade de modelar e solucionar problemas em SIG's é muito valorizada devido às potencialidades de integração e análise de dados espaciais e estatísticos, e de geração de produtos diferenciados, entre outros. Entre os requisitos que podem viabilizar ou inviabilizar projetos, encontra-se: