2861 Q497001
Fonoaudiologia
Ano: 2013
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
As alterações de fala decorrentes de distúrbios no controle muscular dos órgãos da fala, em razão de lesão no sistema nervoso central ou periférico, denomina-se:
2862 Q496999
Fonoaudiologia
Ano: 2013
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
A intervenção fonoaudiológica durante a reabilitação da criança implantada deve fundamentar-se no método:
2863 Q496997
Fonoaudiologia
Ano: 2013
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
A vertigem postural paroxística benigna (VPPB) constitui um dos distúrbios vestibulares mais frequentes na clínica otoneurológica e está caracterizada pelas queixas de instabilidade corporal ou vertigem associada aos movimentos cefálicos e/ou posturais rápidos. O teste indicado para o diagnóstico da VPPB é a manobra de:
2864 Q496995
Fonoaudiologia
Ano: 2013
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
A indicação do implante coclear deve levar em consideração uma detalhada e criteriosa investigação composta de avaliação médica e fonoaudiológica da capacidade auditiva com e sem uso de aparelho de ampliicação sonora individual (AASI), de recursos existentes para realizar reabilitação fonoaudiológica e da aceitação familiar. Sendo assim, podemos indicar, como alguns dos critérios de seleção na população adulta, perda auditiva:
2865 Q496993
Fonoaudiologia
Ano: 2013
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
A etapa do processo de protetização auditiva que serve para avaliar os resultados da intervenção e veriicar os benefícios e as limitações no que se refere às habilidades de percepção de fala denomina-se:
2866 Q496991
Fonoaudiologia
Ano: 2013
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
O quadro clínico que inclui episódios de vertigem, zumbido de pitch grave, sensação de plenitude auricular ou sensação de “ouvido cheio”, náuseas e vômitos denomina-se:
2867 Q496989
Fonoaudiologia
Ano: 2013
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
A otite média secretora ou serosa é a causa mais comum de perda auditiva em crianças e tem se tornado cada vez mais frequente nos últimos anos. Audiologicamente, a otite se apresenta com perda auditiva:
2868 Q496987
Fonoaudiologia
Ano: 2013
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Na prática clínica da avaliação audiológica, quando a intensidade do ruído mascarante apresentado não elimina a participação da orelha testada na resposta obtida, denomina-se mascaramento:
2869 Q496985
Fonoaudiologia
Ano: 2013
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
O potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEATE) gera sete ondas, porém as cinco primeiras são as mais importantes clinicamente. Na análise do exame, observa-se principalmente as ondas I, III e V, que são geradas, segundo Möller et al (1981), respectivamente:
2870 Q496983
Fonoaudiologia
Ano: 2013
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
A audiometria de reforço visual (VRA) é uma técnica muito útil na avaliação audiológica infantil, pois permite: