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Q497001
As alterações de fala decorrentes de distúrbios no controle muscular dos órgãos da fala, em razão de lesão no sistema nervoso central ou periférico, denomina-se:
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Q496999
A intervenção fonoaudiológica durante a reabilitação da criança implantada deve fundamentar-se no método:
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Q496997
A vertigem postural paroxística benigna (VPPB) constitui um dos distúrbios vestibulares mais frequentes na clínica otoneurológica e está caracterizada pelas queixas de instabilidade corporal ou vertigem associada aos movimentos cefálicos e/ou posturais rápidos. O teste indicado para o diagnóstico da VPPB é a manobra de:
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Q496995
A indicação do implante coclear deve levar em consideração uma detalhada e criteriosa investigação composta de avaliação médica e fonoaudiológica da capacidade auditiva com e sem uso de aparelho de ampliicação sonora individual (AASI), de recursos existentes para realizar reabilitação fonoaudiológica e da aceitação familiar. Sendo assim, podemos indicar, como alguns dos critérios de seleção na população adulta, perda auditiva:
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Q496993
A etapa do processo de protetização auditiva que serve para avaliar os resultados da intervenção e veriicar os benefícios e as limitações no que se refere às habilidades de percepção de fala denomina-se:
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Q496991
O quadro clínico que inclui episódios de vertigem, zumbido de pitch grave, sensação de plenitude auricular ou sensação de “ouvido cheio”, náuseas e vômitos denomina-se:
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Q496989
A otite média secretora ou serosa é a causa mais comum de perda auditiva em crianças e tem se tornado cada vez mais frequente nos últimos anos. Audiologicamente, a otite se apresenta com perda auditiva:
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Q496987
Na prática clínica da avaliação audiológica, quando a intensidade do ruído mascarante apresentado não elimina a participação da orelha testada na resposta obtida, denomina-se mascaramento:
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Q496985
O potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEATE) gera sete ondas, porém as cinco primeiras são as mais importantes clinicamente. Na análise do exame, observa-se principalmente as ondas I, III e V, que são geradas, segundo Möller et al (1981), respectivamente:
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Q496983
A audiometria de reforço visual (VRA) é uma técnica muito útil na avaliação audiológica infantil, pois permite: