Acerca da atuação fonoaudiológica nas alterações de fala, julgue o item subsequente.
Pacientes que apresentam prognatismo podem cursar com algumas alterações fonéticas, em virtude, por exemplo, da aproximação do lábio superior aos dentes incisivos inferiores.
Acerca da atuação fonoaudiológica nas alterações de fala, julgue o item subsequente.
Quando há descompasso na aquisição fonológica em relação ao esperado para a idade, a criança pode apresentar distúrbios dos sons da fala decorrentes de dificuldades de base linguística, ou seja, fonológica, e(ou) de dificuldades relacionadas à articulação, isto é, de base fonética.
A respeito do tratamento de pacientes portadores de fissura labiopalatina, julgue o item seguinte.
Em paciente bebê portador de fissura labiopalatina, o tratamento fonoaudiológico precoce, preferencialmente na maternidade, é fundamental para verificar a possibilidade de aleitamento materno e, se necessária, a prescrição de mamadeira ou outra via de alimentação que assegure nutrição e hidratação adequadas.
A respeito do tratamento de pacientes portadores de fissura labiopalatina, julgue o item seguinte.
Em pacientes com fissura palatina, pode haver alterações vocais, cujo sintoma primário e mais frequente é a rouquidão e cujo sintoma secundário é o tom vocal anormal, seguido da diminuição da intensidade vocal.
No que se refere ao diagnóstico e ao tratamento das disfagias mecânicas e neurogênicas, julgue o item a seguir, relativo à doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
O refluxo gastroesofágico (RGE) pode causar disfagia e comprometimento pulmonar, caso haja broncoaspiração do conteúdo gástrico refluído.
No que se refere ao diagnóstico e ao tratamento das disfagias mecânicas e neurogênicas, julgue o item a seguir, relativo à doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
Relacionam-se aos efeitos do refluxo gastroesofágico (RGE) hipotonia do esfíncter esofágico superior, hipertonia do esfíncter esofágico inferior, esôfago em quebras-nozes (EQN) e espasmos esofágicos, configurando um quadro de disfagia esofágica/baixa.
A válvula de fala (VF) é um dispositivo utilizado em pacientes traqueostomizados que visa restaurar o sistema fechado das vias aéreas, recuperando a pressão subglótica e direcionando o fluxo aéreo para a cavidade oral, o que leva à produção da voz, ao aumento da força de tosse e à melhora da eficiência da deglutição. No que se refere à VF, julgue o item seguinte.
O nível de alerta do paciente é indiferente para a adaptação da VF.
A válvula de fala (VF) é um dispositivo utilizado em pacientes traqueostomizados que visa restaurar o sistema fechado das vias aéreas, recuperando a pressão subglótica e direcionando o fluxo aéreo para a cavidade oral, o que leva à produção da voz, ao aumento da força de tosse e à melhora da eficiência da deglutição. No que se refere à VF, julgue o item seguinte.
A VF é indicada para pacientes com qualquer obstrução nas vias aéreas superiores.
A válvula de fala (VF) é um dispositivo utilizado em pacientes traqueostomizados que visa restaurar o sistema fechado das vias aéreas, recuperando a pressão subglótica e direcionando o fluxo aéreo para a cavidade oral, o que leva à produção da voz, ao aumento da força de tosse e à melhora da eficiência da deglutição. No que se refere à VF, julgue o item seguinte.
Para adaptar a VF, é necessário que o paciente consiga tolerar o cuff desinsuflado, gerenciar secreções, ter reflexo de tosse presente e função mecânica pulmonar apropriada.
Acerca da disfagia mecânica e dos quadros de gagueira, julgue o item seguinte.
A terapia fonoaudiológica baseada na modificação do comportamento, como técnica de fluência prolongada, é considerada uma das abordagens mais eficazes para adultos com gagueira persistente.