2201 Q763897
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Considerando os dados apresentados, assinale a opção que aponta, respectivamente, os prováveis resultados da avaliação e do prognóstico fonoaudiológico.
2202 Q763896
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)
Mãe, 25 anos, compareceu ao ambulatório de fonoaudiologia do hospital de sua cidade com o filho, sexo masculino, recém-nascido há 20 dias, portador de fissura pré-forame completa. A mãe relata que recebeu alta da maternidade onde o filho nasceu, mas está com dificuldades na amamentação. Nessas condições, o fonoaudiólogo deve
2203 Q763895
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)
O exame é considerado padrão-ouro para a avaliação das disfagias, pois fornece uma imagem dinâmica de todas as fases da deglutição, bem como avalia a anatomia e fisiologia orofaringolaríngea. Esse exame também é indicado para verificar a eficácia das estratégias de reabilitação e fornecer um feedback visual pré e pós-terapia. Essa descrição diz respeito ao recurso denominado
2204 Q763894
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)
Disfonia é uma alteração na produção da voz, a qual pode surgir de forma súbita ou gradual, com caráter transitório ou permanente, dependendo do tipo de lesão e/ou distúrbio funcional que afete as estruturas envolvidas na emissão vocal. Nas lesões que afetam as estruturas envolvidas na emissão vocal,
2205 Q763893
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)
O teste da linguinha, obrigatório pela Lei 13.002 de 20/06/2014, consiste na aplicação do protocolo de avalição do frênulo da língua em bebês. Seu objetivo é detectar a presença de alterações no frênulo lingual e o grau de limitação nos movimentos da língua. A atuação fonoaudiológica, nesse teste, consiste em
2206 Q763892
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)
A disartrofonia é um distúrbio da comunicação que provoca alterações acústicas da voz advindas do distúrbio articulatório, causando uma deformação na onda sonora por interferência do filtro – trato vocal. Durante o processo de avaliação e terapia da disartrofonia, o fonoaudiólogo deve
2207 Q763891
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)

“As cirurgias ortognáticas são intervenções realizadas na face, mais precisamente nos ossos da maxila, mandíbula e mento, que visam à melhora estética e funcional a partir de uma melhor relação maxilomandibular. A contribuição da fonoaudiologia é a otimização dos resultados cirúrgicos por meio da aceleração da recuperação funcional, adequação ou adaptação das funções orofaciais e a diminuição da ocorrência de recidivas”. (Campiotto, 2013). Sobre o trabalho fonoaudiológico em cirurgia ortognática, considere as afirmativas abaixo.

I O fonoaudiólogo só deve ser acionado no pós-cirúrgico, uma vez que, anteriormente à cirurgia, a deformidade dentofacial existente não permite a completa adequação das funções orofaciais.

II O grau de melhora funcional pós-operatória dependerá...

2208 Q763890
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)

Criança, 09 meses, compareceu ao ambulatório de fonoaudiologia acompanhado pela mãe, a qual apresentou ao fonoaudiólogo encaminhamento do neuropediatra. Em parte do encaminhamento, constava a seguinte descrição:

“...criança apresenta paralisia do VI e VII pares cranianos; falta de expressão facial; inabilidade para sorrir; hipoplasia mandibular e maxilar; sialorréia; palato alto e estreito; dificuldade para sugar e deglutir. Solicito avaliação e acompanhamento fonoaudiológico”.

O exposto no encaminhamento refere-se à

2209 Q763889
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)

Homem, 58 anos, compareceu ao ambulatório de fonoaudiologia do hospital de referência da sua cidade, após 50 dias de cirurgia de retirada de tumor benigno de faringe. O paciente queixa-se de “rouquidão e dificuldade para engolir”. Refere ainda que não apresentava esses sintomas antes da cirurgia. Em avaliação fonoaudiológica foram observados voz rouco-soprosa de grau severo, tempos máximos de fonação reduzidos e incoordenação fono-respiratória importante. Quanto à deglutição, foram verificadas redução da precisão, da força e da amplitude dos movimentos da língua com desvio para esquerda. Não há escape de alimento pelas comissuras labiais. Demais estruturas orais sem alterações.

De acordo com o caso exposto, a hipótese diagnóstica provável é

2210 Q763888
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)

Paciente, sexo masculino, 41 anos, sofreu queimadura de segundo grau com agente térmico nas regiões de face, pescoço, parte do tronco e membro superior direito. Ele compareceu ao setor de queimados do hospital de referência em sua cidade com sofrimento físico, dor e confusão mental. Tendo como base esse caso, considere as seguintes afirmativas sobre o trabalho fonoaudiológico com queimados.

I Pacientes com queimaduras nas regiões de face e pescoço podem apresentar dificuldades nas funções de mastigação, deglutição e até mesmo articulação da fala. Nesse caso, há a necessidade de intervenção fonoaudiológica.

II O fonoaudiólogo pode iniciar sua intervenção com o paciente ainda em leito, mesmo que o paciente apresente ferida aberta, pois o trabalho fonoaudiológico não cont...