2221 Q763877
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)
Recém-nascido, com 2 dias de vida, veio para realização da triagem auditiva neonatal. Na anamnese, a mãe relatou que não houve intercorrências durante a gestação e que não há histórico familiar de indicadores de risco para perda auditiva. No entanto, observou-se que a criança apresenta uma má formação na parte externa da orelha direita, que impossibilitava a realização do procedimento de triagem nessa orelha. Diante desse caso clínico, a conduta correta é:
2222 Q763876
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)
O desenvolvimento de habilidades auditivas de um lactante com audição normal segue uma sequência padronizada de comportamentos que evoluem desde o nascimento até os dois anos de idade. Para avaliação do desenvolvimento das habilidade auditivas, são selecionados procedimentos e observados comportamentos de respostas de acordo com a idade da criança, o que indicará se a mesma encontra-se dentro do padrão de desenvolvimento normal, se há atraso ou algum distúrbio. Suponha que uma criança nasceu sem indicador de risco para perda auditiva e que tem audição normal. Tendo como base a avaliação das habilidades auditivas, por meio das respostas comportamentais a estímulos sonoros espera-se que essa criança,
2223 Q763875
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)

Na avaliação audiológica por meio da audiometria tonal, é possível ocorrer a audição cruzada, de forma que a orelha que não está em teste pode responder para um som apresentado a orelha que está sendo avaliada. Para que a avaliação possa ser fidedigna por orelha separadamente, quando há a identificação da audição cruzada, há a necessidade do uso do mascaramento. Na avaliação audiológica de uma mulher de 55 anos de idade foram obtidos os seguintes resultados:

Nesse caso, para obtenção do resultado final da avaliação audiológica, foi usado o mascaramento para confirmação dos limiares auditivos

2224 Q763874
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)

A caracterização dos achados audiológicos se correlaciona com quadros clínicos devido ao seu padrão de acometimento das estruturas do sistema auditivo. Com base nos conhecimentos sobre a caracterização audiológica das alterações que acometem o sistema auditivo, considere as afirmativas abaixo.

I Achados audiológicos que se caracterizam por perda auditiva do tipo sensorioneural bilateral, progressiva, com limiares auditivos em configuração descendente, timpanometria do tipo "A" e que são mais esperados em sujeitos acima de 60anos, sugerem um quadro clínico de doença de Meniére.

II Achados audiológicos que se caracterizam por perda auditiva do tipo condutiva bilateral, que progride com acometimento de todas as frequências por via aérea e via óssea, com limiares auditivos ...

2225 Q763873
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Comissão Permanente do Vestibular / UFRN (COMPERVE)

As principais alterações auditivas são detectadas a partir dos exames básicos para o diagnóstico audiológico: audiometria tonal, logoaudiometria e imitânciometria. A partir da interpretação dos resultados desses exames, é possível realizar o topodiagnóstico da alteração auditiva, o que determina o tipo da perda auditiva. Tendo como base o raciocínio clínico na interpretação dos exames básicos para o diagnóstico audiológico, considere as afirmativas abaixo.

I Quando observados limiares auditivos alterados, obtidos por meio da audiometria tonal por via aérea e via óssea, sem presença de Gap aéreo-ósseo, logoaudiometria compatível com a audiometria e timpanometria com curva do tipo "A", os dados sugerem uma alteração do tipo sensorioneural na audição.

II Quando observados ...

2226 Q763872
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
A respeito da atuação fonoaudiológica no ambiente hospitalar, julgue os itens subsecutivos. Os pacientes que tiverem se submetido à laringectomia total terão riscos de broncoaspiração, por conta da separação permanente da traqueia e do esôfago.
2227 Q763871
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
A respeito da atuação fonoaudiológica no ambiente hospitalar, julgue os itens subsecutivos. O paciente queimado que requer tratamento fonoaudiológico é aquele com queimaduras de terceiro grau que atingem áreas corporais como a cabeça, o pescoço, tórax, que podem levar a alterações das funções estomatognáticas.
2228 Q763870
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
A respeito da atuação fonoaudiológica no ambiente hospitalar, julgue os itens subsecutivos. Na observação da deglutição, é desnecessário ao fonoaudiólogo avaliar a qualidade vocal do paciente após cada deglutição, pois o objetivo da avaliação é a habilidade de deglutir diferentes consistências de alimentos.
2229 Q763869
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
A respeito da atuação fonoaudiológica no ambiente hospitalar, julgue os itens subsecutivos. O atendimento fonoaudiológico ao paciente disfágico tem como objetivos fundamentais restabelecer a via oral segura e eficiente, orientar o paciente sobre a dinâmica da deglutição em relação à patologia de base e(ou) aos sintomas, além de prevenir a desnutrição, desidratação e saúde pulmonar.
2230 Q763868
Fonoaudiologia
Ano: 2018
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
A respeito da atuação fonoaudiológica no ambiente hospitalar, julgue os itens subsecutivos. São incomuns alterações de tuba auditiva e modificações de orelha média em crianças com anomalias craniofaciais.