
Com base nessas informações e considerando ainda a pressão barométrica de 760 mmHg, julgue os itens que se seguem.
O distúrbio ácido-base é caracterizado por acidose respiratória e acidose metabólica.

Com base nessas informações e considerando ainda a pressão barométrica de 760 mmHg, julgue os itens que se seguem.
O distúrbio ácido-base é caracterizado por acidose respiratória e acidose metabólica.

Com base nessas informações e considerando ainda a pressão barométrica de 760 mmHg, julgue os itens que se seguem.
A ventilação não invasiva com pressão positiva é contraindicada, pois o paciente é incapaz de proteger as vias aéreas.
Um paciente com DPOC, insuficiência respiratória tipo II e cor pulmonale apresenta, após uso de medicação broncodilatadora, os seguintes valores espirométricos: capacidade vital forçada (CVF) em 47%; volume expirado forçado no primeiro segundo (VEF1) em 17%, capacidade residual funcional (CRF) em 112%, volume residual (VR) em 122% e a relação VEF1/CVF igual a 28% (porcentagem dos valores previstos de normalidade).
Com base nessa situação hipotética, julgue os próximos itens.
A reabilitação pulmonar é indicação formal para o referido paciente. Entretanto, não é esperado que a espirometria apresente alterações positivas e significativas em relação aos valores de VEF1 e da relação VEF1/CVF.
Um paciente com DPOC, insuficiência respiratória tipo II e cor pulmonale apresenta, após uso de medicação broncodilatadora, os seguintes valores espirométricos: capacidade vital forçada (CVF) em 47%; volume expirado forçado no primeiro segundo (VEF1) em 17%, capacidade residual funcional (CRF) em 112%, volume residual (VR) em 122% e a relação VEF1/CVF igual a 28% (porcentagem dos valores previstos de normalidade).
Com base nessa situação hipotética, julgue os próximos itens.
Por ser portador de insuficiência tipo II e cor pulmonale, há indicação de ventilação não invasiva na modalidade pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP). Esse recurso reduz a pressão trasmural e aumenta a fração de ...
Um paciente com DPOC, insuficiência respiratória tipo II e cor pulmonale apresenta, após uso de medicação broncodilatadora, os seguintes valores espirométricos: capacidade vital forçada (CVF) em 47%; volume expirado forçado no primeiro segundo (VEF1) em 17%, capacidade residual funcional (CRF) em 112%, volume residual (VR) em 122% e a relação VEF1/CVF igual a 28% (porcentagem dos valores previstos de normalidade).
Com base nessa situação hipotética, julgue os próximos itens.
Considerando os valores da prova de função pulmonar (CVF < 50% e VEF1/CVF < 70%), é correto afirmar que o paciente possui padrão espirométrico misto.
Um paciente com DPOC, insuficiência respiratória tipo II e cor pulmonale apresenta, após uso de medicação broncodilatadora, os seguintes valores espirométricos: capacidade vital forçada (CVF) em 47%; volume expirado forçado no primeiro segundo (VEF1) em 17%, capacidade residual funcional (CRF) em 112%, volume residual (VR) em 122% e a relação VEF1/CVF igual a 28% (porcentagem dos valores previstos de normalidade).
Com base nessa situação hipotética, julgue os próximos itens.
Em pacientes com DPOC que apresentam nível de alteração espirométrica, a fraqueza muscular respiratória é um achado comum. Isso ocorre devido à redução do número de fibras musculares tipo I nos músculos da respiração, princ...
Um paciente com DPOC, insuficiência respiratória tipo II e cor pulmonale apresenta, após uso de medicação broncodilatadora, os seguintes valores espirométricos: capacidade vital forçada (CVF) em 47%; volume expirado forçado no primeiro segundo (VEF1) em 17%, capacidade residual funcional (CRF) em 112%, volume residual (VR) em 122% e a relação VEF1/CVF igual a 28% (porcentagem dos valores previstos de normalidade).
Com base nessa situação hipotética, julgue os próximos itens.
A aplicação de compressão vigorosa do tórax, no início da expiração espontânea, a fim de se obter um aumento do fluxo expiratório é uma das principais formas de conduta fisioterapêutica na DPOC. Isso reduz o aprisionamento a...
Um paciente com DPOC, insuficiência respiratória tipo II e cor pulmonale apresenta, após uso de medicação broncodilatadora, os seguintes valores espirométricos: capacidade vital forçada (CVF) em 47%; volume expirado forçado no primeiro segundo (VEF1) em 17%, capacidade residual funcional (CRF) em 112%, volume residual (VR) em 122% e a relação VEF1/CVF igual a 28% (porcentagem dos valores previstos de normalidade).
Com base nessa situação hipotética, julgue os próximos itens.
O volume de repouso do pulmão está elevado, caracterizando a hiperinsuflação pulmonar estática.
Um paciente com DPOC, insuficiência respiratória tipo II e cor pulmonale apresenta, após uso de medicação broncodilatadora, os seguintes valores espirométricos: capacidade vital forçada (CVF) em 47%; volume expirado forçado no primeiro segundo (VEF1) em 17%, capacidade residual funcional (CRF) em 112%, volume residual (VR) em 122% e a relação VEF1/CVF igual a 28% (porcentagem dos valores previstos de normalidade).
Com base nessa situação hipotética, julgue os próximos itens.
De acordo com os marcadores de obstrução ao fluxo aéreo, o paciente possui DPOC com gravidade moderada.
Em relação a ventilação mecânica, julgue os itens a seguir.
Em ventilação mecânica, pode-se identificar variáveis que controlam o início e o término do ciclo artificial. Além disso, as modalidades ventilatórias podem ser limitadas pelas variáveis pressão, fluxo e tempo.