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Q1017303
Ao prescrever exercícios físicos em um programa de reabilitação pulmonar, o fisioterapeuta deve considerar a modalidade, intensidade, duração, frequência e progressão dos exercícios. A intensidade e a frequência dos exercícios nesse programa devem ser, respectivamente.
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Q1017302
Paciente hemiparético decorrente de acidente vascular encefálico, ao sentar em uma cadeira, apresenta amplitude de dorsiflexão variando de 0° a 10°; em pé (joelho e quadril em extensão), essa amplitude é de menos 20° para dorsiflexão (mantendo o tornozelo em equino varo), causando problemas significativos para ficar em pé. Ao avaliar o paciente, o fisioterapeuta identificou que a perda de amplitude do tornozelo é resultante de encurtamento dos seguintes músculos:
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Q1017301
Mariana, 64 anos, foi diagnosticada com osteoporose moderada há 1 mês. O fisioterapeuta, após avaliação, elaborou um programa de exercícios resistidos. Nessa fase, esse programa consiste em exercícios com peso em
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Q1017300
Um programa de reabilitação elaborado para melhorar as habilidades funcionais de um indivíduo inclui exercícios resistidos. Os objetivos dos exercícios isométricos nesse programa são:
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Q1017299
O teste de Yergason, especialmente utilizado durante a avaliação fisioterapêutica do complexo articular do ombro, avalia a
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Q1017298
Paciente em decúbito dorsal, ambos os quadris fletidos até o tronco. Pede-se para o indivíduo abraçar os membros inferiores, mantendo-os junto ao tronco. Segura-se pelo tornozelo um dos membros tentando estendê-lo ao máximo em direção à mesa de exame, até que a pelve comece a se movimentar; mede-se o ângulo formado entre o membro e a mesa de exame. Esse teste é o
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Q1017297
Eduardo, após queda de bicicleta, foi diagnosticado com fratura mesodiafisária do úmero que afetou o nervo radial. A lesão do nervo radial foi classificada como neurotmese. Os músculos que ficaram paralisados devido à lesão do nervo radial são:
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Q1017296
Lucas, 61 anos, sofreu acidente vascular encefálico que acometeu a artéria cerebelar posterior. Sintomas clínicos que Lucas, mais provavelmente, apresentará:
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Q1017295
Júlio, 60 anos, tem o diagnóstico de DPOC há 10 anos. Há 5 anos realiza reabilitação pulmonar e refere melhora na qualidade de vida. Todos os anos realiza espirometria, o que auxilia o fisioterapeuta em seu plano de tratamento. No DPOC, as medidas dos volumes pulmonares indicam
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Q1017294
Com a evolução da DPOC, há diminuição da força muscular periférica e respiratória, levando à dificuldade na realização de atividades de vida diária com os membros superiores (MMSS), particularmente quando elevados acima da cintura escapular e sem apoio. O teste de resistência/força dos MMSS foi desenvolvido por Takahashi et al. (2003) para pacientes com DPOC. Na realização desse teste, os critérios de interrupção sugeridos são frequência cardíaca (FC) acima de