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Q1018644
Idosa de 60 anos, ex-tabagista, com DPOC, foi avaliada pelo fisioterapeuta, visando à admissão no programa de reabilitação cardiorrespiratória. A distância percorrida no teste de caminhada de seis minutos (TC6M) foi de 540m. O plano fisioterapêutico considerou prescrição de exercício aeróbico na esteira, com velocidade entre 60 e 80% da velocidade média observada no TC6M. A faixa de velocidade (em km/h) de início do treinamento dessa paciente deve ser de:
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Q1018643
Paciente com choque séptico, ventilado mecanicamente há 48 horas, pressão arterial média de 59mmHg, tem exames laboratoriais que mostram: hemoglobina = 8,3g/dL; hematócrito = 26,7%; leucócitos = 14.620/mm3 sem desvio; lactato = 3,0mmol/L; pH = 7,28; PaCO2 = 35mmHg; PaO2 = 85mmHg; HCO3 = 17mEq/L; e SaO2 = 96%. Com base no caso clínico apresentado, a associação clínico-laboratorial é de:
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Q1018642
As complicações da ventilação mecânica relacionadas às pressões aplicadas artificialmente no sistema respiratório são umas das mais preocupantes na população neonatal. As complicações induzidas pela pressão positiva em pacientes neonatais prematuros apresentam o seguinte mecanismo fisiopatológico:
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Q1018641
Homem de 44 anos, com RASS = -5, é intubado e ventilado mecanicamente (modo PCV, pressão inspiratória = 40cmH2O; tempo inspiratório = 1,2s; FR = 20irpm; volume corrente (VC) = 200mL aproximadamente; PEEP = 5cmH2O; e FiO2 = 100%). Com esses ajustes ventilatórios, a gasometria revelou: pH = 7,15; PaCO2 = 85mmHg; PaO2 = 300mmHg; HCO3 = 32mmol/L; BE = -2mmol/L; e SaO2 = 99%. A ausculta pulmonar verificou murmúrio vesicular universalmente reduzido, com sibilos expiratórios difusos. O raciocínio e o ajuste ventilatório mais adequados diante desse quadro, respectivamente, são:
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Q1018640
Considere dois pacientes com IMC = 42kg/m2 no pós-operatório imediato de cirurgia bariátrica, apresentando os critérios clínicos favoráveis a extubação. O paciente A cursa com insuficiência respiratória aguda por hipoventilação e apresenta atelectasia seis horas após a extubação. O paciente B segue estável clinicamente. De acordo com os dados apresentados, em relação à indicação de ventilação não invasiva (VNI), a melhor estratégia é considerar a:
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Q1018639
A doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) é suspeitada quando há dor em membros inferiores, ao esforço, sem aparente etiologia ortopédica, devendo ser precocemente tratada, pois, em seu estágio mais grave, a isquemia crítica apresenta elevado risco de eventos cardiovasculares, amputação de membros inferiores e óbito. O tratamento adequado para pacientes com DAOP de membros inferiores inclui:
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Q1018638
A reabilitação cardiovascular (RCV) deve proporcionar os mais elevados níveis de aptidão física passíveis de obtenção, de modo a reduzir o risco de eventos cardiovasculares e a mortalidade de pacientes cardiopatas. De acordo com a estratificação do risco clínico para casos de RCV, determina-se que pacientes com:
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Q1018637
Os benefícios da reabilitação cardiopulmonar e metabólica (RCPM), para indivíduos com DAOP, obesidade, diabetes mellitus, síndrome metabólica e/ou pneumopatias crônicas, envolvem o aumento da sobrevida e a melhora da qualidade de vida, como decorrência de comprovados ganhos na capacidade funcional e no estado geral. Em relação às fases da RCPM, é correto afirmar que o(a):
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Q1018636
Um paciente de 63 anos que recebeu alta há 3 meses, após internação hospitalar por descompensação da insuficiência cardíaca, foi encaminhado para reabilitação cardiovascular, apresentando classe funcional I da New York Heart Association (NYHA) e estratificação de risco intermediário. No teste ergométrico, verificou-se frequência cardíaca (FC) de pico = 151bpm e FC de repouso = 91bpm. Após avaliação, o fisioterapeuta decidiu iniciar o treinamento aeróbico desse paciente, utilizando entre 40 e 60% da FC de reserva, calculada pelo método de Karvonen, a fim de alcançar a FC alvo durante o treinamento. Com base nos dados apresentados, os valores (em bpm) das FC de reserva e alvo, respectivamente, são:
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Q1018635
As cirurgias abdominais altas, em decorrência do ato cirúrgico somado aos efeitos da anestesia, podem ocasionar alterações pulmonares, como a atelectasia, que é a mais frequente. As terapias de expansão pulmonar, objetivando prevenir e/ou reverter esse tipo de complicação, que usam a ventilação não invasiva e a inspirometria de incentivo, têm como efeitos, respectivamente: