Uma mulher de quarenta e dois anos de idade, com histórico de tratamento de câncer do colo do útero, histerectomia e exame negativo do linfonodo sentinela inguinal, foi atendida no ambulatório de fisioterapia ginecológica com diagnóstico de incontinência urinária e prolapso grau II. O estudo urodinâmico revelou fluxo urinário máximo de 22 mililitros por segundo e capacidade vesical de 350 mililitros.
Considerando esse caso clínico, julgue os próximos itens.
O fluxo urinário máximo e a capacidade vesical obtidos no estudo urodinâmico indicam um prognóstico desfavorável de sucesso da cirurgia do assoalho pélvico.