1. No início do século VI a. C. surgem os primeiros pensadores cosmológicos que, progressivamente, foram abandonando a narrativa mítica e, no seu lugar, empregaram um discurso racional sobre a natureza, os acontecimentos naturais e a ordem do mundo.
2. A filosofia surgiu quando pensadores gregos perceberam que as verdades do mundo e dos humanos não eram algo secreto e misterioso, que precisavam ser revelados por divindades, mas podiam ser conhecidas através de operações mentais do raciocínio.
3. A filosofia, no sentido etimológico do termo, ou seja, como amor e respeito pelo saber, surge com a publicação dos escritos de Platão e Aristóteles, resultados da perscrutação.
4. Quando os pensadores da Grécia Antiga compreenderam que o conhecime...
( ) Os pensadores pré-socráticos inauguraram, a partir do século VI a. C., uma nova atitude mental ante a realidade material, substituindo progressivamente as elaborações de cunho mitológico por especulação de caráter científico-filosófico.
( ) Entre os gregos, as práticas ou disciplinas que visavam a busca da verdade eram conhecidas como catarse.
( ) O método socrático de interrogação que pretendia induzir os indivíduos a descobrirem as verdades que trazem em si sem o saber, é conhecido como maiêutica.
( ) Em Platão, o processo pelo qual a alma se eleva por degraus das aparências sensíveis às realidades inteligíveis ou ideias é denominado dialética.
( ) Aristóteles deno...
(MAMMI, Lorenzo. In: TASSINARI et al. Nuno Ramos. São Paulo: Ática, 1977. p. 200-1.)
A relação que se estabelece entre arte e filosofia está presente nas discussões sobre estética desde os primórdios da teoria da arte (e mesmo antes de que ela assim fosse nomeada). Observa-se uma constante necessidade de discutir a prática criativa através das discussões filosóficas. Platão e Aristóteles trouxeram importantes co...
Górgias de Leontini, filósofo grego (século V a.C.), defendia três proposições:
1. Nada existe.
2. Mesmo que existisse alguma coisa, não poderíamos conhecê-la.
3.Concedido que alguma coisa existe e podemos conhecê-la, não poderíamos comunicá-la aos outros.
Consta que o próprio Górgias não levou a sério suas proposições e muitos estudiosos a consideram um simples gracejo. Mas elas existem há 24 séculos e nos estimulam a refletir. Se o cético afirma que não se pode saber nada, então lhe perguntamos: como pode ele fazer tal afirmação? Está ele certo da verdade da sua proposição? Se está, uma coisa pelo menos é cert...
(FREITAG, Bárbara, 1989.)
Podemo...
Considerando o fragmento anterior, de Espinosa, julgue o item subsecutivo.
A expressão “existente em ato” pode ser compreendida a partir da distinção aristotélica entre potência e ato.