A corrente elétrica necessária para romper um fio de um determinado metal é calculada pela fórmula de William Henry Preece: I = a . d3/2 Onde: I = corrente elétrica em A. a = coeficiente de Preece em A/ mm3/2 . d = diâmetro do fio em mm.
Os estudos realizados por Preece são utilizados para a construção de fusíveis. Contém os materiais com o coeficiente de Preece em ordem crescente:
Segundo a NBR 5410, os métodos de referência são os métodos de instalação, para os quais a capacidade de condução de corrente foi determinada por ensaio ou por cálculo. O método de instalação A2 refere-se a
Segundo a NBR 5419, as medidas de proteção como SPDA, condutores de blindagem, blindagens magnéticas e DPS determinam as zonas de proteção contra descargas atmosféricas “raio” (ZPR). A ZPR que corresponde à zona onde a corrente de surto é limitada por uma divisão da corrente da descarga atmosférica e pela aplicação de interfaces isolantes e/ou DPS na fronteira corresponde a:
A figura a seguir representa as formas de partida de um motor e a variação de corrente em função da velocidade. (Disponível em: https://blog.rhmateriaiseletricos.com.br)
A curva característica indicada pela seta representa
De acordo com a NBR 5410 que estabelece uma classificação e uma codificação das influencias externas, que devem ser consideradas na concepção e na execução das instalações elétricas, cada condição de influência externa é designada por um código, que compreende sempre um grupo de duas letras maiúsculas e um número. A primeira letra, a segunda letra e o número indicam, respectivamente: