
101
Q1007020
A figura abaixo ilustra o sistema de projeção Universal Transversa de Mercator (UTM). Para que um dado de posição no sistema UTM, seja escrito corretamente, além do par de coordenadas planas (E, N), é necessário informar também:


102
Q1007019
Sistema Global de Navegação por Satélite (GNSS-Global Navigation Satellite System) refere-se à constelação de satélites que possibilita o posicionamento em tempo real de objetos, bem como a navegação em terra ou mar. Esses sistemas são utilizados em diversas áreas, como mapeamentos topográficos, geodésicos, etc. As constelações de satélites GNSS, atualmente disponíveis para uso civil, são:
103
Q1007018
Um datum é um conjunto de pontos e seus respectivos valores de coordenadas que definem as condições para estabelecimento do sistema geodésico. Dentro do Sistema Geodésico Brasileiro - SGB, estão definidos os sistemas de referência e datum utilizados no país. Com base nisso, atualmente, o datum oficial do Brasil, é:
104
Q1007017
Quanto aos Sistemas de Navegação por Satélite (GNSS-Global Navigation Satellite System), especialmente o NAVISTAR-GPS, o número mínimo de satélites necessário para determinação de uma posição confiável é:
105
Q1007016
Para que um mapa possa ser bem interpretado e tenha maior valor cartográfico, é importante que contenha os seguintes elementos mínimos:
106
Q1007015
“Interface com usuário; entrada e integração de dados; funções de processamento gráfico e de imagens; visualização e plotagem; armazenamento e recuperação de dados (organizados sob a forma de um banco de dados geográficos)”. Estes são componentes da estrutura de um:
107
Q1007014
O formato Shapefile é um dos mais utilizados pelos profissionais de geotecnologias, seja como base para elaboração de mapas em um sistema GIS/SIG ou para integração com outros sistemas e dispositivos. Porém um Shapefile, não é apenas um arquivo e sim um conjunto de arquivos. Para que um Shapefile funcione corretamente, são necessários no mínimo 3 arquivos, com as seguintes extensões:
108
Q1007013
A superfície da terrestre pode ser representa em três dimensões por meio de modelos digitais. Como resultado pode ser obtido o Modelo Digital de Terreno (MDT) ou Modelo Digital de Elevação (DEM/MDE) e o Modelo Digital de Superfície (MDS). Uma das formas de geração de modelos digitais é por meio de sensoriamento remoto. A figura abaixo apresenta uma imagem obtida por um sensor radar embarcado e um satélite. Analisando a imagem (em nível de cinza), é possível verificar que:

