251 Q637091
Engenharia Cartográfica e de Agrimensura
Ano: 2016
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Para iniciar um projeto temático, o engenheiro cartógrafo solicitou, para fins de compilação da base cartográfica necessária, uma folha da Carta Internacional do Mundo ao milionésimo e lhe entregaram o material relativo à folha SD-22 / Goiás. Sabendo-se que um dos dados que será representado possui as coordenadas 15° 22' SUL e 55° 33' OESTE, o engenheiro cartógrafo:
252 Q637090
Engenharia Cartográfica e de Agrimensura
Ano: 2016
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Com a mudança do Referencial Geodésico brasileiro, houve um impacto sobre o acervo das Cartas Topográficas do Mapeamento Sistemático disponíveis em meio analógico. Para produzir a folha SB-21 Z D no novo sistema (SIRGAS 2000), forneceram ao engenheiro cartógrafo um exemplar impresso no sistema SAD-69, uma mesa digitalizadora e um computador com uma versão atualizada do programa ArcGis. Os meios disponibilizados são:
253 Q637089
Engenharia Cartográfica e de Agrimensura
Ano: 2016
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Para elaboração de uma coleção de mapas sobre Recursos Hídricos (hidroquímica, hidrogeologia, superficiais e subterrâneos) da região sudeste, na escala 1:2.000.000, foram fornecidos ao engenheiro cartógrafo diversos mapas e informações de acordo com a tabela a seguir.

Considerando que os mapas serão produzidos por compilação cartográfica, o engenheiro cartógrafo:

254 Q637088
Engenharia Cartográfica e de Agrimensura
Ano: 2016
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Ao conduzir uma generalização da rede hidrográfica no Pantanal Matogrossense, com rios muito extensos e cheios de meandros, o engenheiro cartógrafo estabeleceu que seria necessária uma redução de cerca de 30% na quantidade de pontos. Entre os vários algoritmos disponíveis, encontra-se o de Douglas-Peucker, considerado padrão de comparação por diversos autores. Mesmo assim, o engenheiro cartógrafo decide não utilizar esse algoritmo clássico porque:
255 Q637087
Engenharia Cartográfica e de Agrimensura
Ano: 2016
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Certa instituição tem em seu arquivo um relevante conjunto de fotografias aéreas analógicas. O voo fotogramétrico recobre uma área estratégica, onde deverá ser implantado um projeto envolvendo grandes obras civis. De maneira a otimizar custos, tem-se como requisito aproveitar o conjunto de diapositivos. Para que possam ser trabalhados via processamento digital de imagens, será necessário realizar a conversão de analógicos para digitais. Sabendo-se que a resolução final das imagens (filme e câmara) no voo original é de 60 linhas por milímetro, deverá ser utilizado um scanner na digitalização dos diafilmes, com resolução em dpi de, no mínimo:
256 Q637086
Engenharia Cartográfica e de Agrimensura
Ano: 2016
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
O processo de construção de dados espaciais atualmente tem forte componente digital. O processo fotogramétrico não poderia ser diferente. Dentre as diversas fases que constituem todo esse processo, tem relevância a de Restituição Digital. Nesse sentido, é correto afirmar sobre a Restituição Digital que:
257 Q637085
Engenharia Cartográfica e de Agrimensura
Ano: 2016
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
O processamento de imagens digitais pode ter várias abordagens em termos de sequência de processamento. Mas, de modo geral, podem-se identificar 3 agrupamentos de operações a executar. São eles: o pré-processamento das imagens; as técnicas de realce – e, nesse grupo, podem-se distinguir as técnicas de transformação nos domínios radiométrico e espacial; e as técnicas de classificação. Para a construção de um mapa temático que tem como níveis de informação o solo, a hidrologia e a vegetação, o responsável pelo processamento empregou:
258 Q637084
Engenharia Cartográfica e de Agrimensura
Ano: 2016
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
A geração de Modelos Digitais de Superfície se verifica em duas etapas distintas, que consistem na amostragem ou aquisição dos pontos amostrais e na interpolação ou geração do modelo propriamente dito. Uma das fontes de dados mais frequentemente utilizadas na amostragem são as curvas de isovalor do atributo (tema) a ser modelado devido à grande quantidade de amostras passíveis de coleta. Ao se realizar uma coleta digital a partir de isoípsas, independentemente por técnica vetorial ou matricial, automática ou manual, o espaçamento ideal a ser obtido por generalização cartográfica entre os pontos amostrais deve ser:
259 Q637083
Engenharia Cartográfica e de Agrimensura
Ano: 2016
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
A construção de um Modelo Digital de Superfície (MDS), no caso, da superfície terrestre, empregou as altitudes diretamente coletadas por técnicas GNSS. O MDS serviu de suporte a estudos hídricos, mas mostrou-se inadequado quando utilizado. O problema ocorrido se deve à:
260 Q637082
Engenharia Cartográfica e de Agrimensura
Ano: 2016
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Para avaliação da qualidade nos processos de geoinformação, conta-se com a série ISO 19100, produzida pelo Comitê ISO/TC 211 - Geographic information/Geomatics, do qual o Brasil: