Acerca do controle de viroses em plantas, julgue o item seguinte.
A eliminação química de vírus fitopatogênicos em condições in vitro ainda não teve êxito, apesar de inúmeras pesquisas relacionadas ao tema.
Acerca do controle de viroses em plantas, julgue o item seguinte.
A eliminação química de vírus fitopatogênicos em condições in vitro ainda não teve êxito, apesar de inúmeras pesquisas relacionadas ao tema.
Acerca do controle de viroses em plantas, julgue o item seguinte.
Além de ser utilizada na preservação de germoplasma a longo prazo, a crioterapia também é empregada na eliminação de vírus em sementes (ou dissemínulos) de algumas culturas agrícolas.
Acerca do controle de viroses em plantas, julgue o item seguinte.
A eficácia da utilização de corrente elétrica na eliminação de vírus, sozinha ou combinada a outras técnicas, foi comprovada em algumas espécies vegetais.
Julgue o item subsequente, tendo em vista que a detecção de vírus é uma etapa importante no controle de sua disseminação.
Apesar das técnicas moleculares disponíveis à época da introdução do processo de enxertia, o seu uso na pesquisa foi importante para a compreensão do tipo de etiologia da doença conhecida como CSD (citrus sudden death).
A respeito da transmissão de vírus fitopatogênicos por vetores, julgue o item a seguir.
O “grapevine fanleaf virus” (Nepovirus foliumflabelli), causador de doença em videira, é um representante do grupo de vírus transmitidos por nematoides da família Trichodoridae, enquanto outro grupo, representado pelo “tobacco rattle vírus” (Tobravirus tabaci), é transmitido por nematoides da família Longidoridae.
A respeito da transmissão de vírus fitopatogênicos por vetores, julgue o item a seguir.
A relação de “tomato spotted wilt virus” com o vetor Frankliniella occidentalis é de natureza circulativa-propagativa, e o inseto somente pode adquirir o vírus no estágio larval.
Em relação à virologia vegetal, julgue o item que se segue.
O emprego do vazio sanitário de tomate para manejo de geminivírus não é eficaz, em razão da prevalência do supervetor Bemisia tabaci MEAM1 no Brasil e da complexidade do agroecossistema de produção nacional, o que mantém populações de mosca-branca durante todo o ano, com o clima favorável e a presença de hospedeiros cultivados e silvestres.
Em relação à virologia vegetal, julgue o item que se segue.
Membros do gênero Potyvirus têm como vetores afídeos em uma relação não-persistente, não-circulativa. Nesse tipo de relação, o uso de inseticidas para proteção de plantas é eficaz, pois, como a relação é não-circulativa, o vírus é inativado juntamente com a eliminação do inseto vetor.
Ainda em relação à virologia vegetal, julgue o item que se segue.
A descoberta de que os Tospovirus replicam-se no vetor, ou seja, que a Frankliniella não é apenas um vetor do vírus para as plantas, mas também seu hospedeiro, indica que eles podem ter evoluído a partir de parasitas, inicialmente apenas do inseto, para espécies que infectam tanto o inseto como as plantas.
Ainda em relação à virologia vegetal, julgue o item que se segue.
Entre os ortólogos conhecidos do cluster Sw5, o Sw-5b é o utilizado para o melhoramento de tomateiro para resistência contra Tospovirus, pois tem alto grau de homologia com o gene Mi, que confere resistência contra os afídeos e o nematoide das galhas em tomate.