Faz parte dos cuidados de enfermagem orientar a técnica de preparação, aplicação e armazenamento da insulina. Sobre esses cuidados, analise as afirmativas abaixo e empregue V para as VERDADEIRAS e F para as FALSAS.
( ) Os frascos de insulinas lacrados precisam ser mantidos refrigerados, entre 2°C e 8°C e depois de abertos, os frascos podem ser mantidos em temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C ou também em refrigeração, entre 2°C e 8°C, para minimizar a dor no local da injeção.
( ) Após um mês do início do uso, a insulina perde sua potência, especialmente se mantida fora da geladeira. Por isso, é importante orientar que o usuário ou seu responsável anote a data de abertura no frasco.
( ) Após o uso, a seringa para aplicação da insulina não deve ser reutili...
Analise as afirmativas a seguir sobre a dengue, empregando V para as VERDADEIRAS e F para as FALSAS.
( ) Cabe ao profissional de enfermagem coletar os dados, da forma mais detalhada possível, e registrá-los no prontuário do paciente com suspeita de dengue, os quais são necessários para o planejamento e a execução dos serviços de assistência de enfermagem.
( ) A prova do laço, durante o exame físico, deve ser realizada, obrigatória e exclusivamente, nos casos suspeitos de dengue hemorrágica.
( ) Em alguns pacientes, a dengue pode evoluir para formas mais graves, que apresentam sinais de alarme, dentre os quais: dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, hipotensão postural e/ou lipotimia, hepatomegalia dolorosa, hemorragias importantes como hema...
Nos casos de pré-eclâmpsia, o enfermeiro, como responsável pela sistematização da assistência de enfermagem, deve monitorar a evolução do quadro, a vitalidade fetal, as funções orgânicas da gestante, bem como os sinais de gravidade do quadro.
Com relação à assistência de enfermagem na pré-eclâmpsia, julgue os itens a seguir.
São intervenções de enfermagem frente à pré-eclâmpsia: monitorar constantemente a pressão arterial, questionar sobre a presença de cefaleia, escotomas e epigastralgia, instalar cateter venoso periférico, monitorar resultados de exames laboratoriais, controlar o débito urinário e controlar movimento fetal e frequência cardíaca fetal (FCF).Nos casos de pré-eclâmpsia, o enfermeiro, como responsável pela sistematização da assistência de enfermagem, deve monitorar a evolução do quadro, a vitalidade fetal, as funções orgânicas da gestante, bem como os sinais de gravidade do quadro.
Com relação à assistência de enfermagem na pré-eclâmpsia, julgue os itens a seguir.
Perfusão tissular renal ineficaz relacionada à diminuição da filtração glomerular e caracterizada por proteinúria é um dos possíveis diagnósticos associados à pré-eclâmpsia.P.R.M., sexo masculino, 62 anos de idade, etilista, foi admitido na UTI após apresentar vômitos com sangue em grande quantidade. À admissão, apresentava PA = 90 mmHg x 60 mmHg, FC = 120 bpm, FR = 28; SatO2 89%. Estava agitado e confuso. Foi passada sonda nasogástrica e realizado lavado gástrico com soro fisiológico gelado. Houve saída de grande quantidade de sangue com coágulos. Solicitou-se uma endoscopia digestiva alta (EDA), que localizou varizes esofagianas sangrantes; foi realizada escleroterapia com melhora do sangramento. Ao exame físico, apresentava ascite volumosa. Foi realizada paracentese com drenagem de 5 L de líquido ascítico, com melhora discreta do padrão respiratório. Ictérico 2+/3+, apresentando petéquias em tronco e hematomas e equimoses em MMSS e MMII, com...
P.R.M., sexo masculino, 62 anos de idade, etilista, foi admitido na UTI após apresentar vômitos com sangue em grande quantidade. À admissão, apresentava PA = 90 mmHg x 60 mmHg, FC = 120 bpm, FR = 28; SatO2 89%. Estava agitado e confuso. Foi passada sonda nasogástrica e realizado lavado gástrico com soro fisiológico gelado. Houve saída de grande quantidade de sangue com coágulos. Solicitou-se uma endoscopia digestiva alta (EDA), que localizou varizes esofagianas sangrantes; foi realizada escleroterapia com melhora do sangramento. Ao exame físico, apresentava ascite volumosa. Foi realizada paracentese com drenagem de 5 L de líquido ascítico, com melhora discreta do padrão respiratório. Ictérico 2+/3+, apresentando petéquias em tronco e hematomas e equimoses em MMSS e MMII, com...
P.R.M., sexo masculino, 62 anos de idade, etilista, foi admitido na UTI após apresentar vômitos com sangue em grande quantidade. À admissão, apresentava PA = 90 mmHg x 60 mmHg, FC = 120 bpm, FR = 28; SatO2 89%. Estava agitado e confuso. Foi passada sonda nasogástrica e realizado lavado gástrico com soro fisiológico gelado. Houve saída de grande quantidade de sangue com coágulos. Solicitou-se uma endoscopia digestiva alta (EDA), que localizou varizes esofagianas sangrantes; foi realizada escleroterapia com melhora do sangramento. Ao exame físico, apresentava ascite volumosa. Foi realizada paracentese com drenagem de 5 L de líquido ascítico, com melhora discreta do padrão respiratório. Ictérico 2+/3+, apresentando petéquias em tronco e hematomas e equimoses em MMSS e MMII, com...
P.R.M., sexo masculino, 62 anos de idade, etilista, foi admitido na UTI após apresentar vômitos com sangue em grande quantidade. À admissão, apresentava PA = 90 mmHg x 60 mmHg, FC = 120 bpm, FR = 28; SatO2 89%. Estava agitado e confuso. Foi passada sonda nasogástrica e realizado lavado gástrico com soro fisiológico gelado. Houve saída de grande quantidade de sangue com coágulos. Solicitou-se uma endoscopia digestiva alta (EDA), que localizou varizes esofagianas sangrantes; foi realizada escleroterapia com melhora do sangramento. Ao exame físico, apresentava ascite volumosa. Foi realizada paracentese com drenagem de 5 L de líquido ascítico, com melhora discreta do padrão respiratório. Ictérico 2+/3+, apresentando petéquias em tronco e hematomas e equimoses em MMSS e MMII, com...