Um homem de 57 anos, portador de insuficiência cardíaca congestiva (ICC), hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes melito (DM) há cerca de 10 anos, foi internado na clínica médica de um hospital por apresentar dispnéia aos mínimos esforços, ortopnéia, dispnéia paroxística noturna (DPN), edema de membros inferiores, superiores e peripalpebral, além de aumento do volume abdominal. Relatou uso irregular das medicações e desrespeito à restrição hídrica devido ao intenso calor nos dias anteriores. Ainda na admissão, apresentava aumento do volume escrotal e hérnia inguinal. O exame físico revelou paciente consciente e orientado, com abdome globoso, tenso, ascítico, ruídos hidroaéreos presentes, ausência de massas palpáveis e presença de sinal de piparote. Nos membros infe...
Julgue os itens subseqüentes, relativos ao quadro de SARA apresentado pelo paciente da situação descrita no texto anterior, durante sua internação na UTI.
Durante a ventilação, a monitoração tanto das condições de oxigenação quanto da integridade cutânea deve ser rigorosa.
Julgue os itens subseqüentes, relativos ao quadro de SARA apresentado pelo paciente da situação descrita no texto anterior, durante sua internação na UTI.
Há indícios de terem sido ministrados ao paciente, durante a sua internação na UTI, bloqueadores neuromusculares, como o pancurônio, para a manutenção da ventilação mecânica.
Julgue os itens subseqüentes, relativos ao quadro de SARA apresentado pelo paciente da situação descrita no texto anterior, durante sua internação na UTI.
A mudança de posição do paciente durante a ventilação deve ser minimizada para diminuir o risco de extubação acidental.
Julgue os itens subseqüentes, relativos ao quadro de SARA apresentado pelo paciente da situação descrita no texto anterior, durante sua internação na UTI.
O modo de ventilação mecânica mais provável ao qual o paciente foi submetido durante o quadro de SARA foi o de ventilação por pressão positiva.
Texto para os itens de 91 a 105
Um homem de 40 anos de idade encontra-se, há 10 dias, internado na clínica médica de um hospital, após ter apresentado quadro grave de insuficiência respiratória. Descobriu ser portador do vírus da imunodeficiência humana (HIV) 4 meses antes, quando ficou pela primeira vez internado com pneumocistose e monilíase esofagiana. Após realização de exame de escarro, foi detectada tuberculose, ocasião em que foi iniciado o tratamento medicamentoso. Passados dois meses dessa intervenção, deu entrada, novamente, no pronto-socorro de um hospital, com tosse seca, perda significativa de peso, febre, adenomegalia e diarréia crônica. Apresentou quadro de choque séptico e síndrome da angústia respiratória aguda (SARA), sendo, então, ...
Texto para os itens de 91 a 105
Um homem de 40 anos de idade encontra-se, há 10 dias, internado na clínica médica de um hospital, após ter apresentado quadro grave de insuficiência respiratória. Descobriu ser portador do vírus da imunodeficiência humana (HIV) 4 meses antes, quando ficou pela primeira vez internado com pneumocistose e monilíase esofagiana. Após realização de exame de escarro, foi detectada tuberculose, ocasião em que foi iniciado o tratamento medicamentoso. Passados dois meses dessa intervenção, deu entrada, novamente, no pronto-socorro de um hospital, com tosse seca, perda significativa de peso, febre, adenomegalia e diarréia crônica. Apresentou quadro de choque séptico e síndrome da angústia respiratória aguda (SARA), sendo, então, ...
Texto para os itens de 91 a 105
Um homem de 40 anos de idade encontra-se, há 10 dias, internado na clínica médica de um hospital, após ter apresentado quadro grave de insuficiência respiratória. Descobriu ser portador do vírus da imunodeficiência humana (HIV) 4 meses antes, quando ficou pela primeira vez internado com pneumocistose e monilíase esofagiana. Após realização de exame de escarro, foi detectada tuberculose, ocasião em que foi iniciado o tratamento medicamentoso. Passados dois meses dessa intervenção, deu entrada, novamente, no pronto-socorro de um hospital, com tosse seca, perda significativa de peso, febre, adenomegalia e diarréia crônica. Apresentou quadro de choque séptico e síndrome da angústia respiratória aguda (SARA), sendo, então, ...
Considerando o cuidado domiciliar para a paciente em questão, julgue os itens que se seguem.
A paciente e seus familiares devem ser orientados quanto à necessidade de manutenção do cateter nasal na mesma narina para que não ocorra oferta diferenciada de oxigênio.
Considerando o cuidado domiciliar para a paciente em questão, julgue os itens que se seguem.
Deve-se avaliar o ambiente domiciliar, as condições de organização, as barreiras estruturais, o armazenamento e as medidas necessárias para a terapia com o oxigênio.