Um homem de 34 anos de idade, internado em uma enfermaria clínica por infarto agudo do miocárdio (IAM), queixou-se de dor intensa precordial e, em seguida, perdeu a consciência. Após avaliação da equipe que o atendia, foi detectada parada cardiorrespiratória (PCR) e iniciadas as manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).
Acerca dessa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.
Os parâmetros mais adequados utilizados para o diagnóstico clínico da PCR do paciente fundamentaram-se na ausculta cardíaca e na perda de consciência.
Uma mulher de 22 anos de idade deu entrada no hospital com quadro de nefrolitíase associado à hidronefrose e pielonefrite. Ela tem, há 4 anos, quadro de dor lombar à esquerda, com cólica episódica, de grande intensidade, associada a náuseas, vômitos e perda de peso. Há seis meses, foi realizado ultrassom de rins e vias urinárias que apontou litíase, hidronefrose no rim esquerdo e nefropatia parenquimatosa no rim direito. O quadro evoluiu com piora da função renal, alterações na urinálise de 24 horas para o clearance de creatinina, e uremia. Refere último episódio de cólica nefrética há 15 dias. Nessa admissão, ela nega náuseas, vômitos, dores ou febre, e encontra-se em regular estado geral, hipocorada, hidratada, acianótica, lúcida, orientada, sem anormalidades na ausculta...
Acerca da assistência em urgências e emergências, e nos acidentes e atendimentos a múltiplas vítimas, julgue os itens subsequentes.
Um dos métodos mais utilizados na triagem é o START (simple triage and rapid treatment), que identifica as vítimas por fitas coloridas, etiquetas (tarjetas) coloridas ou cartões de triagem. As vítimas consideradas em morte óbvia ou em situações de grande dificuldade para reanimação são identificadas por cartão amarelo.