O zoneamento, como política de meio ambiente,
Num certo mercado competitivo, os produtores começam a pagar um tributo para compensar os danos ambientais que causam. Então,
“Se os agentes econômicos puderem negociar sem custos de transação e com possibilidade de obter benefícios mútuos, o resultado das transações eliminará as externalidades e alocará eficientemente os recursos, independente de como estejam especificados inicialmente os direitos de propriedade”. Esta proposição, aplicável à Economia do meio ambiente, é conhecida como
Justificando a intervenção do Estado na economia, uma das razões é a existência de externalidades. A respeito de externalidades, pode-se afirmar que
A respeito dos bens públicos e dos princípios de nãorivalidade e de não-exclusividade do consumo, é correto afirmar que:
A ação do Estado tem sido crucial para garantir o funcionamento das economias de mercado. Por essa razão, é importante estudar a economia do setor público, incluindo-se aí as questões de finanças públicas. A esse respeito, julgue os itens a seguir.
Serviços de utilidade pública, tais como saneamento básico e provisão de água tratada, são exemplos típicos de bens públicos puros em razão da não-excludabilidade no consumo desses serviços.
Considerando os conceitos de economia do setor público, julgue os próximos itens.
A proteção à fauna brasileira pelo IBAMA justifica-se pelo fato de que muitas espécies de animais, particularmente aquelas ameaçadas de extinção, constituem bens públicos puros.
As formas mais tradicionais de políticas públicas para conter o nível de emissões de poluentes ao meio ambiente são: regulamentação direta, denominada permissões negociadas, e estabelecimento de uma taxa sobre a emissão de poluentes chamada taxa pigouviana. O que são permissões negociadas?
Caracteriza um bem público:
Uma firma, ao produzir determinado bem, emite poluentes que prejudicam a produção de outras empresas. Caso a livre negociação entre as partes não seja capaz de garantir que o nível de emissão de poluentes seja eficiente, o governo pode induzi-la a produzir a quantidade socialmente ótima, impondo um imposto sobre unidade emitida de poluição que seja igual