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A partir do texto acima, julgue os próximos itens.
Segundo o texto, existe "um Brasil indignado", atitude que se coaduna com as explicações da Teoria Funcionalista, segundo a qual os meios de comunicação têm como principal função provocar a reação do público diante de fatos e situações que ameacem o sistema social.
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Os primeiros críticos da cultura de massas atribuíram à indústria cultural a preocupação pela fruição dos sentidos e sua impossibilidade de promover um propósito emancipatório. Desde então, o trabalho com as identidades seria somente uma forma a mais de tematizar e administrar a ansiedade pelo consumo.
Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.
Além da relação com a sociedade de consumo, os primeiros críticos da cultura de massas citados no texto destacavam o caráter ideológico dos conteúdos produzidos e divulgados pelos meios de comunicação. Entre esses primeiros críticos, destacam-se Theodor Adorno, Max Horkheimer e Walter Benjamin.
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Os primeiros críticos da cultura de massas atribuíram à indústria cultural a preocupação pela fruição dos sentidos e sua impossibilidade de promover um propósito emancipatório. Desde então, o trabalho com as identidades seria somente uma forma a mais de tematizar e administrar a ansiedade pelo consumo.
Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.
Conforme o texto, o termo indústria cultural refere-se exclusivamente ao campo do entretenimento. Assim, o jornalismo não pode ser considerado um produto da indústria cultural, devido ao propósito emancipatório da informação.
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Os primeiros críticos da cultura de massas atribuíram à indústria cultural a preocupação pela fruição dos sentidos e sua impossibilidade de promover um propósito emancipatório. Desde então, o trabalho com as identidades seria somente uma forma a mais de tematizar e administrar a ansiedade pelo consumo.
Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.
No contexto brasileiro atual, as mídias institucionais do setor público não se enquadram na categoria de indústria cultural, já que seus conteúdos são diferenciados e os profissionais do setor recebem formação e treinamento especial. Além disso, todos os formatos e padrões informativos dessas mídias são totalmente diferentes dos veículos privados...
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Os primeiros críticos da cultura de massas atribuíram à indústria cultural a preocupação pela fruição dos sentidos e sua impossibilidade de promover um propósito emancipatório. Desde então, o trabalho com as identidades seria somente uma forma a mais de tematizar e administrar a ansiedade pelo consumo.
Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.
Segundo a Teoria Crítica, a indústria cultural e a cultura de massas são complementares, e esses termos podem ser usados como sinôminos.
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Na seqüência dos estudos sobre a propaganda desenvolvida durante a I Guerra Mundial, vários autores, influenciados pelo positivismo e pela psicologia behaviorista, defenderam a idéia de que os meios de comunicação tinham uma influência direta sobre as pessoas e a sociedade.
Tendo o texto acima como referência, julgue os itens a seguir.
O modelo de jornalismo que separa gênero informativo de gênero opinativo ampara-se em pressupostos de teorias que abordam as notícias como retrato fiel da realidade, a exemplo da teoria do espelho, herdeira do positivismo.
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A comunicação organizacional padece de um dilema congênito: o de não saber quais paradigmas abraçar. De um lado, sofre a influência das principais teorias do campo que lhe empresta o nome: o das Ciências da Comunicação. De outro, por ser, ela mesma, uma área do conhecimento humano formada pela convergência das mais diversas disciplinas, já flertou com vários matizes de um espectro teórico muito amplo, na busca de sua identidade. Nesse leque, tem-se, por exemplo, em uma de suas pontas, a adoção de quadros explicativos advindos do funcionalismo de tipo quantitativista e, até mesmo, de um tecnicismo positivista absolutamente incompatível com a índole humanista das Ciências Sociais. Uma visão teórica que buscou, inclusive, dar ao campo o suporte matemático das ciências ex...
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A comunicação organizacional padece de um dilema congênito: o de não saber quais paradigmas abraçar. De um lado, sofre a influência das principais teorias do campo que lhe empresta o nome: o das Ciências da Comunicação. De outro, por ser, ela mesma, uma área do conhecimento humano formada pela convergência das mais diversas disciplinas, já flertou com vários matizes de um espectro teórico muito amplo, na busca de sua identidade. Nesse leque, tem-se, por exemplo, em uma de suas pontas, a adoção de quadros explicativos advindos do funcionalismo de tipo quantitativista e, até mesmo, de um tecnicismo positivista absolutamente incompatível com a índole humanista das Ciências Sociais. Uma visão teórica que buscou, inclusive, dar ao campo o suporte matemático das ciências ex...
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A comunicação organizacional padece de um dilema congênito: o de não saber quais paradigmas abraçar. De um lado, sofre a influência das principais teorias do campo que lhe empresta o nome: o das Ciências da Comunicação. De outro, por ser, ela mesma, uma área do conhecimento humano formada pela convergência das mais diversas disciplinas, já flertou com vários matizes de um espectro teórico muito amplo, na busca de sua identidade. Nesse leque, tem-se, por exemplo, em uma de suas pontas, a adoção de quadros explicativos advindos do funcionalismo de tipo quantitativista e, até mesmo, de um tecnicismo positivista absolutamente incompatível com a índole humanista das Ciências Sociais. Uma visão teórica que buscou, inclusive, dar ao campo o suporte matemático das ciências ex...
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A comunicação organizacional padece de um dilema congênito: o de não saber quais paradigmas abraçar. De um lado, sofre a influência das principais teorias do campo que lhe empresta o nome: o das Ciências da Comunicação. De outro, por ser, ela mesma, uma área do conhecimento humano formada pela convergência das mais diversas disciplinas, já flertou com vários matizes de um espectro teórico muito amplo, na busca de sua identidade. Nesse leque, tem-se, por exemplo, em uma de suas pontas, a adoção de quadros explicativos advindos do funcionalismo de tipo quantitativista e, até mesmo, de um tecnicismo positivista absolutamente incompatível com a índole humanista das Ciências Sociais. Uma visão teórica que buscou, inclusive, dar ao campo o suporte matemático das ciências ex...