Banca:
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
As emissoras de televisão aberta têm buscado criar nos telejornais editorias mais rentáveis para atrair mais público e anunciantes. A pesquisadora Samaria Araujo de Andrade confirma, em sua obra Jornalismo em mutação (2015), a identificação de um recurso que vem sendo comprovadamente utilizado para renovar a estrutura desses telejornais. Identifique qual das respostas a seguir descreve esse recurso.
Pelo fato de trabalhar com a imagem como forma narrativa da reportagem, o telejornalismo cria uma linguagem própria, em que podemos destacar características como
I o uso do registro coloquial, já que é um texto para ser dito;
II a forma rigorosa do discurso, em observância à norma culta, uma vez que a televisão, além de informativa, é educativa;
III a televisão prioriza a imagem, logo, a palavra fica em segundo plano e serve apenas como recurso para descrever o que a imagem mostra;
IV o uso de depoimentos de pessoas envolvidas no fato noticiado, na composição da matéria sonora e da reportagem.
V o uso do ao vivo na cobertura das notícias para televisão, que reforça o emprego da imagem espetacular.
Banca:
Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)
Um bom jornalista precisa conhecer as características de cada veículo de comunicação para poder tirar o máximo proveito delas, adaptando sua linguagem sempre que necessário. O rádio, por exemplo, tem o poder de envolver o ouvinte e estimular sua imaginação. Por meio do uso de palavras e de recursos de sonoplastia, o ouvinte é guiado pela emoção, dando às mensagens transmitidas pelo veículo nuances individuais.
Assinale a alternativa que apresenta a característica do rádio descrita acima:
A estrutura de um telejornal, com suas divisões em blocos, ordem das matérias em cada bloco, bem como dos intervalos, das chamadas e do encerramento, é chamada de
Banca:
Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)
A entrada do repórter do local do fato, com informações complementares à notícia lida pelo apresentador de um telejornal, com a intenção de aumentar a credibilidade da captação ou para fazer a transição de um assunto ou ambiente para outro, é chamada de
Uma pequena emissora de rádio localizada na periferia de uma capital brasileira faz jus ao rótulo de comunitária. Isso porque ela transmite programação de interesse social vinculada à realidade local, não tem fins lucrativos e tem como meta levar conhecimento e melhorar o nível cultural dos ouvintes. Outro ponto a destacar é que existem mecanismos que garantem a participação da audiência no planejamento da programação e na gestão da rádio. Por fim, é importante destacar que as emissoras radiofônicas comunitárias devem: