A interdependência entre vários elementos de um software de grande porte permite compactar as soluções adotadas, reduzindo, em conseqüência, o esforço de desenvolvimento.
Para várias aplicações, em função das estimativas realizadas na atividade de planejamento, o responsável pelo projeto pode decidir comprar o software, ao invés de desenvolvê-lo, mas isso depende da importância que este software tem para a organização.
A produtividade não é proporcional mas é sempre crescente em relação ao número de pessoas que trabalham na equipe.
O dimensionamento do projeto envolve a estimação quantitativa do tempo e dos recursos necessários para cada atividade do projeto. Tal estimação deve ser embasada apenas na experiência do gestor, que deve prever ajustes na medida em que o projeto progrida.
O planejamento é realizado apenas no início do projeto de software.
Em um projeto com limitações de orçamento, pode não ser possível apontar perfis adequados para a formação de equipe.
O processo de desenvolvimento de software é padronizado, o que resulta em modelos de gestão semelhantes para projetos diferentes.
Um sistema operacional distribuído, por definição, permite ao usuário o acesso a todos os recursos dos sistemas participantes, desde que saiba identificar cada recurso que deseja utilizar.
Aplicações de redes que trocam informações de uma máquina para outra, como por exemplo o correio eletrônico, são consideradas como sistemas distribuídos, ainda que tenham uma estrutura pouco flexível.
A organização de um sistema distribuído envolve a estruturação de bases de dados distribuídos, o controle dos dispositivos utilizados e a utilização de uma arquitetura de comunicações para interação entre os componentes participantes.