A respeito de fraude, erro e relevância/materialidade, documentação, planejamento e execução da auditoria, julgue o item que se segue.
Apesar de o auditor poder suspeitar da ocorrência de fraude ou mesmo identificá-la, não lhe cabe estabelecer a relação jurídica de sua real ocorrência.
Julgue o item a seguir, em relação a evidências, risco de auditoria, amostragem, procedimentos, fraude e erro.
A apropriação indevida de ativos é usualmente cometida por empregados em grandes valores; quando cometida pela administração, geralmente é mais fácil de detectar, devido à utilização de métodos mais visíveis e ao nível hierárquico que ela ocupa.
No que se refere à ética e integridade no contexto de auditoria, controle e conformidade, julgue o item subsequente.
Um auditor pode deixar de comunicar fraudes detectadas durante a realização de auditoria se considerar que a revelação prejudicará a imagem da organização, desde que a irregularidade não tenha impacto material nos demonstrativos financeiros.
Considerando as evidências de auditoria e as fraudes na escrita contábil, julgue o item seguinte.
A baixa fictícia de títulos a receber configura um exemplo clássico de erro contábil não intencional.
A identificação, pelo auditor, de distorção intencional relevante nas demonstrações contábeis não implica, necessariamente, a caracterização jurídica de fraude.
( )A auditoria interna deve assessorar a administração da entidade no trabalho de prevenção de fraudes e erros, obrigando-se a informá-la, sempre por escrito ou verbalmente, de maneira reservada ou pública, sobre quaisquer indícios ou confirmações de irregularidades detectadas no decorrer de seu trabalho.
( )O termo “erro” aplica-se a ato intencional de omissão e/ou manipulação de transações e operações, adulteração de documentos, registros, relatórios, informações e demonstrações contábeis, tanto em termos físicos quanto monetários.
( )O termo “fraude” aplica-se a ato não-intencional de omissão, desatenção, desconhecimento ou má interpretação de fatos na elabora...