161
Q881188
No final de 2019, os brasileiros tiveram um susto com o cardápio de proteínas: o preço da carne bovina. A alternativa dos consumidores foi trocar o tipo de carne ou achar novos cortes para manter a carne no menu. O principal fator do aumento dos preços da carne foi:
162
Q881169
O preço da carne disparou em novembro, subindo em média 8% e puxando a inflação do mês, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Essa alta foi ainda mais sentida pelos consumidores nos açougues e supermercados. O aumento das vendas para a China foi o principal impulsionador do preço da carne, mas não o único. Esta matéria, publicada na editoria de economia do site UOL em 15/12/2019, buscou explicar as razões da alta do preço da carne e algumas sugestões para minimizar o impacto à mesa. Sobre as maneiras de contornar o impacto, é INCORRETO afirmar que:
163
Q881161
Leia este quadro.

Disponível em: <https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/
livros/liv101681_informativo.pdf>. Acesso em: 14 nov. 2019.
De acordo com os dados do IBGE, presentes no quadro anterior, a quantidade de pessoas que se encontravam abaixo da linha de pobreza no Brasil em 2018 era
164
Q881148
Para reduzir a demanda pelas notas de R$ 100 em momento que dinheiro vivo passou a circular mais na economia, a criação da nota de R$ 200 foi anunciada pelo Banco Central. Qual animal está estampado na nota de R$ 200?
165
Q881141
De acordo com a Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), o faturamento das empresas do setor aumentou 1,4% em 2019 e somou R$ 15,1 bilhões. Apesar do crescimento, houve redução de 1,4% no número de viajantes: foram 6,5 milhões durante o ano. Ao encontro disso, a contradição entre os números pode ser explicada pela/pelo:
166
Q881139
Um estudo publicado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ao analisar o período entre o quarto trimestre de 2014 e o segundo trimestre de 2019, mostra a diminuição da renda média dos jovens. Ao encontro disso, analise as afirmativas abaixo e identifique as corretas:
167
Q881136
Entre o quarto trimestre de 2014 e o segundo trimestre de 2019, a renda média dos jovens caiu. Entre eles, há um grupo que teve maior perda, que foram os jovens entre:
168
Q881128
TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como inimaginável a queda da taxa de juros brasileira a zero. Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo, avalia ele. O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria cont...
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como inimaginável a queda da taxa de juros brasileira a zero. Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo, avalia ele. O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria cont...
169
Q881127
TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como inimaginável a queda da taxa de juros brasileira a zero. Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo, avalia ele. O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria cont...
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como inimaginável a queda da taxa de juros brasileira a zero. Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo, avalia ele. O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria cont...
170
Q881126
TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como inimaginável a queda da taxa de juros brasileira a zero. Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo, avalia ele. O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria cont...
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica como inimaginável a queda da taxa de juros brasileira a zero. Não é possível porque temos um risco muito maior do que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e são os detentores da moeda mais poderosa do mundo, avalia ele. O Brasil com a taxa de juros a zero não conseguiria cont...