321 Q46274
Artes
Ano: 2014
Banca: Centro de Produção da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CEPERJ)
Segundo Vygotsky (apud Martins et alii, 1998), a imaginação criativa não é um dom ou talento especial. Portanto, valorizar a criatividade nas aulas de Arte seria proporcionar aos alunos uma variedade de experiências sensíveis, desenvolvendo a capacidade presente na espécie humana de organizar novas combinações a partir de:
322 Q46273
Artes
Ano: 2014
Banca: Centro de Produção da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CEPERJ)

De acordo com Martins etalii (1998), uma avaliação é uma bússola de excelente qualidade para o professor se orientar. Ela é um diagnóstico dos alunos, do professor e do assunto tratado. É ponto de chegada e de partida; é meio, começo, fim e reinício.

As autoras relacionam, na avaliação em Arte, uma série de “pontos de chegada”, dentro de cada linguagem específica, a partir de três campos conceituais que subsidiam o trabalho em arte. Esses campos conceituais foram denominados como:

323 Q46272
Artes
Ano: 2014
Banca: Centro de Produção da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CEPERJ)

Segundo Martins, Picosque e Guerra (1998), o trabalho com projetos possibilita sintonizar os conteúdos que queremos ensinar com aqueles trazidos pelos aprendizes (...) ampliando e aprofundando o conhecimento em arte, alimentando o questionamento, a dúvida as possíveis soluções e o prazer de estar vivo no processo de aprender e ensinar.

Com isto, as autoras propõem um processo de ensino-aprendizagem em Arte sob a ótica de projetos em ação e, como tal trabalho caracteriza-se como um “vir-a-ser”, ele permite o desenvolvimento, entre outras, das seguintes habilidades:

324 Q46270
Artes
Ano: 2014
Banca: Centro de Produção da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CEPERJ)
Para que a produção artística do aluno ganhe sentido e possa se enriquecer também pela reflexão sobre a arte como objeto de conhecimento, os Parâmetros Curriculares Nacionais – Arte propõem que: “Além do conhecimento artístico como experiência estética direta da obra de arte, o universo da arte contém também um outro tipo de conhecimento, gerado pela necessidade de investigar o campo artístico como atividade humana.” Para tanto, o referido documento delimita o fenômeno artístico não só como estrutura formal mas, também, como:
325 Q46268
Artes
Ano: 2014
Banca: Centro de Produção da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CEPERJ)
Na primeira metade do século XX, o ensino da Arte nas escolas primárias e secundárias brasileiras, utilizava práticas pedagógicas diretivas, que valorizavam principalmente as habilidades manuais, os dons artísticos, os hábitos de organização e precisão. Essa perspectiva evidencia, ao mesmo tempo, uma visão do ensino da arte:
326 Q46267
Artes
Ano: 2014
Banca: Centro de Produção da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CEPERJ)
Os Parâmetros Curriculares Nacionais – Arte para o ensino fundamental definem objetivos gerais para o ensino da Arte. Um dos objetivos gerais definidos pelo referido documento, é:
327 Q46265
Artes
Ano: 2014
Banca: Centro de Produção da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CEPERJ)

“Se a Arte é tratada somente como um ‘grito da alma’, não estamos oferecendo uma educação nem no sentido cognitivo, nem no sentido emocional.”

(Ana Mae Barbosa)

Uma prática pedagógica que articule a criação, a análise e o conhecimento da produção artística e estética da humanidade, compreendendo-a histórica e culturalmente, pressupõe uma concepção da Arte, sobretudo, como:

328 Q46263
Artes
Ano: 2014
Banca: Centro de Produção da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CEPERJ)
No livro “Arte na Educação Escolar”, as autoras propõem algumas orientações metodológicas para um planejamento da atuação profissional docente preocupado com a experiência e o crescimento cultural/artístico do estudante. “Conhecer a prática social e cultural vivida pelos alunos com relação aos aspectos artísticos, estéticos e históricos abordados nas unidades do programa; identificar ao mesmo tempo o que lhes falta saber sobre o assunto” são diretrizes ou objetivos considerados pelas autoras como:
329 Q46262
Artes
Ano: 2014
Banca: Centro de Produção da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CEPERJ)

Nas afirmativas:

“O que importa é o processo criador da criança e não o produto que realiza”, “Aprender a fazer, fazendo” e “A arte adulta deve ser mantida fora dos muros da escola, pelo perigo da influência que pode macular a genuína e espontânea expressão infantil”, a concepção de ensino da Arte evidenciada refere-se à tendência:

330 Q46261
Artes
Ano: 2014
Banca: Centro de Produção da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CEPERJ)
Com relação às mudanças ocorridas no ensino da Arte, pode-se afirmar que, até o início do ano 1980, o compromisso que sustentava o referido ensino era apenas com o desenvolvimento da expressão pessoal do aluno (livre expressão), ideia claramente influenciada pelo movimento Modernista. Para os adeptos do referido movimento, entre os fatores envolvidos na criatividade, o de máximo valor era a: