Artes Visuais História, Estética e Crítica das Artes Visuais
Ano: 2025
Banca: FUNDATEC Processos Seletivos (FUNDATEC)
Nos processos de desenvolvimento da apreciação de uma obra de arte, os leitores passam por diferentes estágios de leitura, segundo Housen (1983). O leitor cuja apreciação é realizada de forma mais individualizada, menos objetiva, estabelecendo associações com o coletivo ao ler a obra e sendo menos rigoroso ao construir seu argumento é um leitor do estágio  
Artes Visuais História, Estética e Crítica das Artes Visuais
Ano: 2025
Banca: FUNDATEC Processos Seletivos (FUNDATEC)
A apreciação de uma obra se torna significativa quando há a:
Artes Visuais História, Estética e Crítica das Artes Visuais
Ano: 2025
Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)
Para Iavelberg (2015), Abigail Housen (2011), destacada pesquisadora americana, tem uma proposição construtivista em suas investigações sobre o desenvolvimento estético.
Segundo Iavelberg, como ponto importante, Housen considera em sua abordagem que 
Artes Visuais História, Estética e Crítica das Artes Visuais
Ano: 2025
Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)
Em face do projeto político de aproximação dos Estados Unidos e da América Latina, fomenta-se uma série de eventos que visam elaborar uma imagem positiva do Brasil durante o Estado Novo, propagandeando a arte e arquitetura modernista brasileira.
Como exemplo, nesse período, é realizada a mostra
Artes Visuais História, Estética e Crítica das Artes Visuais
Ano: 2025
Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)
Segundo Barcinski (2015), tais vanguardas associaram suas proposições estéticas à criação de um mundo e um homem afeitos à experimentação, e à invenção de formas expressivas que tornassem visível o invisível. Essa maneira de conceber a arte estimulou, entre seus intérpretes e historiadores, a crença numa relação de causa e efeito entre o mundo moderno, industrial, impessoal e objetivo, no qual imperam a ciência e a tecnologia, e o seu próprio surgimento. Dele estavam excluídos os sentimentos, a poética e a fantasia por meio da valorização da forma, da linha, da cor e do plano em detrimento das representações figurativas.
O excerto trata das vanguardas brasileiras
Artes Visuais História, Estética e Crítica das Artes Visuais
Ano: 2025
Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)
Para Barcinski (2015), os anos 1960 lançaram a possibilidade do experimental na arte brasileira, insistindo na ativação do corpo como parte da obra, negando a arte retinal e tentando escapar do sistema das belas artes, das instituições, jogando-se na vida. Os anos 1960, de fato, marcaram as últimas manifestações artísticas que podem ser descritas por um termo moderno por excelência: vanguarda.

O experimental, conforme as manifestações da vanguarda brasileira nos anos 1960, caracteriza-se por
Artes Visuais História, Estética e Crítica das Artes Visuais
Ano: 2025
Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (VUNESP)

Observe a imagem:


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Artes Visuais História, Estética e Crítica das Artes Visuais
Ano: 2025
Banca: CEV-URCA
Qual dos seguintes artistas é mais associado à Pop Art?
Artes Visuais História, Estética e Crítica das Artes Visuais
Ano: 2025
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Observe a obra Nota sobre a Morte Imprevista (1965) de Antônio Dias.
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Artes Visuais História, Estética e Crítica das Artes Visuais
Ano: 2025
Banca: Fundação Getúlio Vargas (FGV)
A dúvida é uma proposta expositiva com características de intervenção, realizada na FotoGaleria em Porto Alegre em 2004, quando ela anunciou o encerramento definitivo de suas atividades. O artista colocou a frase “O que os olhos não vêem, o coração não sente?” na porta da galeria. Pelo convite, as pessoas sabiam da exposição, mas não do horário de abertura e fechamento da galeria. Ao chegar e perceber que a galeria estava fechada, deparavam-se com a frase citada. Quando a galeria estava aberta, encontravam a reprodução de uma imagem da fachada da galeria, acompanhada da mesma frase impressa sobre lona vinílica nas mesmas dimensões desse espaço. Colocada de tal forma na entrada, a imagem formava uma barreira material e impossibilitava adentrar no interior da galeria.

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